6 de janeiro de 2013

Culpado

Oi gente, tudo bem? Hoje estou aqui pra falar de algo que estou sentido agora: culpa.
Estou me culpando por uma coisa que fiz e me arrependo bastante. Amanha eu tenho uma prova na faculdade as 7 hrs da manha e eu, simplesmente, não sei nada da matéria. E o pior de tudo é saber que tudo isso é culpa minha e somente minha. Eu sou uma pessoa muito responsável com essas coisas, principalmente quando o assunto é tão importante quanto esse, mas eu dei mole. O motivo desse desleixo: minha vida burguesa.
Por que minha vida burguesa? Eu sempre fui de ficar em casa, não saía muito, quase nunca, mas de um tempo para cá, eu estou saindo todo fim de semana e não apenas no fim de semana, até nos dias de semana estou saindo com meus amigos. Cara, isso é muito bom. Sair de casa, ver cara nova, conversar sobre tudo, fazer suas retardadices com seus amigos é a melhor coisa do mundo. Porém, toda ação tem uma reação.
Sei que a minha "reação" não foi tão ruim, porque são três provas, posso me recuperar nas próximas duas e passar direto, mas tem "reações" que não são boas. Eu não tenho muitas responsabilidades, por isso eu não aceito falhar em alguma dessas poucas, e acho que todos deviam ser assim.
Tudo na nossa vida acontece de acordo com o jeito que estamos vivendo. Você é a única pessoa que pode guia-la. Temos o livre arbítrio para escolher aquilo que julgamos ser o certo para a gente. Mas quando essas nossas escolhas começam a ficar um pouco conturbadas, é hora de se pensar.
Tá que não podemos fazer uma tempestade em um copo de água, porque a única coisa irreversível nessa vida é a morte. Então nada é tão ruim que não podemos mudá-la.
Pensar mil vezes antes de fazer alguma coisa pode parecer meio chato (e é mesmo), mas pensar nas consequências das nossas escolhas e preciso. E mais preciso ainda, é pensar o que essas consequências vão trazer para a nossa vida. Será que a alegria de agora vai valer o sentimento de culpa depois? Talvez sim. Talvez não. Talvez nunca saberemos.
A vida é um paradoxo.
Ser ou não ser?
Eis a questão.

Nenhum comentário:

Postar um comentário