27 de junho de 2016
Eu Não Consigo Dormir Cedo
Parece uma macumba: durante a semana eu não sinto sono hora nenhuma, somente durante as aulas. Nos fins de semana, sinto sono o dia inteiro. De segunda a sexta é incrível, dá meia noite, uma da manhã, duas, três e o sono nem finge que vai aparecer. Mas é só eu aparecer na sala de aula que ele tá lá me esperando. Nos fins de semana, eu falo que vou sair, ele tá lá comigo. Começo a ver uma série que estava louco para assistir há anos, ele senta do meu ladinho no sofá e me faz perder mais de vinte minutos de vídeo.
O que podemos concluir com esse texto? Nada demais. Estou aqui apenas para compartilhar esse meu fardo com vocês.
Para garantir que o que eu estou falando é verdade, amanha eu precisarei acordar cedo... Cedo, não, mas umas 10h (estou de férias) para ir á faculdade e até agora não dormi. São 3h45m. Até as 10h, são pouco mais de 6h de sono. A pergunta que fica é: vocês acham que eu vou conseguir dormir 6h?
Acho que todos já sabem a resposta.
21 de março de 2016
O Que Esperamos da Vida?
Eu não tinha muita noção do que faria nos próximos anos. Queria fazer engenharia, afinal, diziam pra mim que todos que querem ganhar dinheiro fazem engenharia. Mas que peça do destino, hein. Acabei na Matemática.
Com os meus amigos, fazíamos planos para o futuro, discutíamos como queríamos que a nossa vida estivesse nos próximos 10, 20 anos. Lembro que até cheguei a discutir com uma amiga sobre nossos futuros filhos. Não sei se isso tudo foi perda de tempo, mas não sabíamos nada. Não tínhamos noção do que era viver e eu acho que até hoje não sei o que é isso.
Todo esse plano que fazemos é tão instável, que qualquer acontecimento, por mais banal que seja, muda todo o percurso que traçamos. Colocamos um objetivo central e damos um tempo para alcançá-lo. Com uma margem de erro. Depois do tempo estipulado, nada garante que o tal objetivo foi alcançado. Por mais intenso que ele seja, nem sempre conseguimos torná-lo realidade.
Daí surgem dois caminhos: o primeiro é se lamentar pelo "fracasso" (o que é fracasso nesse caso?); o outro é se contentar com as alegrias que conquistou e entender que não era pra ser.
Talvez o problema deve estar na nossa mania de planejar todos os nossos passos. Quando jovens é até pior. Lembra que eu ficava planejando 10, 20 anos à frente? Aposto que você também. Ou então, podemos dizer que esperamos muito da vida e, mesmo ela nos dando muito, nunca é aquilo que queremos.
Se perguntassem para o Thiago de 8 anos atrás como ele acha que a vida dele estaria em 2016, dúvido que acertasse. Aquele Thiago queria ser músico, queria ser quase um hippie. Já o Thiago de hoje é mais pé no chão. Ainda tem um objetivo que muitos dizem que é uma fantasia, mas quer construir um caminho firme e bem trilhado para atingir os seus sonhos mais maduro e, assim, quem sabe, aproveitá-los melhor.
14 de março de 2016
P(reconceito)az
7 de março de 2016
Feliz Dia, Mulher!
Hoje, a postagem foi machista.
No passado, a mulher não tinha direito nem de ser reconhecida como cidadã. Só serviam seus maridos ou os homens do lugar onde viviam. Eram cobertas por roupas grandes, não tinham direito a nada. Com o passar dos anos, tudo foi mudando e se atualizando conforme o pensamento das pessoas da época. Um desses pensamentos foi o de que a mulher é sim uma cidadã com direitos civis e, ainda mais, igual ao homem. Imagina o desespero que isso causou.
6 de março de 2016
O Que Te Deixa Irritado?
Quando comecei a minha faculdade, em 2010, meu pai me levava até a praça XV de carro e, de lá, eu pegava a barca até Niterói. No caminho, enquanto ainda estava com meu pai, sempre escutávamos a Rádio Tupi. No horário, passa o Programa do Clovis Monteiro. Foi assim que comecei a ouvir rádio e a preferir este meio de comunicação a televisão. Voltando ao assunto, o Clovis Monteiro sempre começava seu programa com a mesma frase (e ainda deve fazer isto). A frase era: "No dia de hoje, não importa o que fizerem a você, o importante é como você vai reagir."
Nossa, que frase sensacional! Talvez seja mais verdade do que qualquer postulado ou conjectura proposta na história do mundo. Tudo que sentimos, toda a nossa história é baseada nas nossas reações aos acontecimentos que nos rodeiam. Seja a alegria, tristeza, repúdio e a ira.
Alguns desses sentimentos parecem inevitáveis, não é? Pra mim é óbvio que sim. Podemos reagir de diferentes maneiras e mudar o percurso de nossas vidas baseando-se, apenas, nas nossas reações. De onde alguns tiram tristeza, outros pegam o incentivo a continuar. Isso tudo é muito relativo. O que é bom pra mim, pode não ser pra você. Um exemplo simples é uma promoção em uma empresa, onde têm dois empregados que a almejam. O promovido, óbvio, ficará muito feliz. Já o outro funcionário, poderá reagir de variadas maneiras que é base de estudo para muitos pesquisadores.
Sem mais delongas, como, então, evitar um dos mais perversos sentimentos, que é a ira? A resposta é simples: relevância. Outros poderiam dizer que o segredo é apenas ligar o "dane-se". Ou o " F@%$-se" mesmo.
Esta resposta não é universal. Nada é universal. A ira nos consome quando nos possui. Reparem como nossa respiração fica acelerada quando estamos irados. O sentimento é tão forte que, quando passa, nos perguntamos o porquê de ter tomado aquelas decisões.
A vida é um longo aprendizado, constante, sem muitas variações, mas sempre crescente. A decisão é sempre sua. O que você prefere: perder tempo com bobeira ou desfrutar das alegrias que o mundo pode oferecer?
Pensem nisso.
3 de fevereiro de 2016
Trânsito
Ultimamente eu tenho ficado tão estressado com o trânsito. Seja andando de carro ou de ônibus. São tantas obras que visam uma melhoria do transporte, mas que eu não vejo esperança nelas. Por exemplo a obra da Avenida Brasil. Eles querem implantar um BRT em grande parte dela e retirar os ônibus que circulam lá, deixando apenas alguns alimentadores. Com isso, a Ponte Rio-Niterói foi super prejudicada, pois fica o dia INTEIRO engarrafada. Eu não entendo como depois que a obra terminar isso vai melhorar. Vão continuar duas faixas de avenida Brasil.
Outra coisa é quando fecham as ruas para por alguns minutos para fazerem algo, um caminhão de obras fazer uma manobra. Se precisam interromper o fluxo, tem que ser de noite, um horário que o fluxo é baixo e o risco de engarrafar é pequeno. Isso é o que está acontecendo frequentemente com a Avenida Abelardo Bueno e Salvador Allende. Eu não passo mais por lá, a não ser quando quero ouvir um álbum inteiro parado no engarrafamento.
As obras da Cidade Olímpica parecem apenas estar deixando a cidade bonita para os gringos verem, mas pouco proveitosa para os moradores da cidade.
Espero realmente que o trânsito melhore e fique como estão planejando. Caso isso não aconteça, vai ser um caos andar pelo Rio de Janeiro.