15 de outubro de 2013
Dia Dos Professores
Professores fazem parte da nossa vida desde que nos entendemos por gente. Quando tentamos lembrar de alguma coisa de quando éramos pequenos, talvez o nome dos professores seja a primeira coisa que lembramos. Eu lembro de quase todos os nomes dos professores que tive no colégio e na faculdade.
Sem ser só em colégio ou faculdade, também lembro dos professores que tive, seja na aula de música, curso de inglês ou qualquer outro curso que tenha feito.
É indubtável que os professores tem uma função primordial na vida das pessoas. Mais do que professores, muitos deles são nossos amigos. Claro que tem aqueles que são legais, mas não se envol em com o aluno. Porém, também tem aqueles que, de tanto se envolver, parecem que viraram nossos parentes.
Enquanto eu era aluno, adorava quase todos os meus professores. Tinham algubs que eu apenas gostava, mas tinham outros que eu gostava mesmo. Por exemplo, se hoje eu faço matemática na faculdade, agradeça a Denise, que me deu aula dessa mesma matéria no primeiro ano do ensino médio.
Realmente, eu tive professores que nunca esquecerei em toda a minha vida. Posso citar alguns nomes aqui. No ensino médio tiveram a Elaine, de física, a melhor professora de física que eu já vi na vida; a própria Denise e tem um outro professor, que mesmo não tendo tido uma relação muito próxima com ele, me ensinou bastante. Ele conversou comigo após uma briga que eu tive com a diretora do colégio. Ele foi o único que soube falar comigo sobre o ocorrido. Seu nome era Marcelo Bóia.
No ensino fundamental eu tive muitos professores que me marcaram, mas nenhum deles marcou tanto quanto a Mariléa, o brilho do MV1. Ela era amiga de verdade. Até hoje sinto falta das aulas dela. Até hoje ela comenta nas minhas fotos do facebook. Também teve a Kátia, de português e a Benazzi de história.
Não posso me esquecer da Tia Alessandra, que me deu aula do maternal à primeira série do ensino fundamental.
Fora do colégio, meu primeiro professor de música, Wagner, era muito gente boa. Eu chegava para ter aula e ele falava: "Quem está entrando por esta porta? Steve Vai? Jimmi Paige? Mathias Jabs?". Era muito bom ouvir isso.
Anos depois eu iria conhecer a Valéria e o Atyla, que eu já falei sobre na postagem Ídolos.
Também na mesma postagem, eu falei sobre o Cadu. Agora também tem a Karina, que além de ser ótima professora, é muito maneira.
Na minha faculdade, a única professora que ajudou na minha formação como pessoa foi a Simone, minha orientadora. Ela é o cara! Porém, também tem a Kátia Frensel. Ela também é super gente boa e, se pudesse, puxaria todas as matérias com ela.
Eu só tenho a agradecer a todas essas pessoas por me ajudarem a ser quem eu sou hoje. Obrigado por todo ensinamento. Obrigado por me tornar uma pessoa melhor.
2 de outubro de 2013
A Torre Negra
Nesta postagem, eu vou falar sobre uma das séries de livros mais cultuadas de todos tempos: A Torre Negra.
Ao total, são sete livros, mas, nesse ano, em 2013, saiu um novo livro no mundo da Torre Negra. Acho que acontece em paralelo com algum dos sete livros anteriormente publicados.
Eu já conheço esses livros há um bom tempo, mas eu só comecei a ler no ano passado. Eu não tinha lido antes porque os livros são muito caros, porém, um dia, saiu uma promoção louca no Submarino vendendo todos os sete livros por um preço muito bom. Cada livro saiu pela metade do preço, quase. Quando me deparei com esta promoção, comprei na hora.
Eu procurava sobre a história dos livros pela internet, mas não sabia ao fundo como seria, como era a escrita do autor, Stephen King, que vou falar a seguir, pois nunca tinha lido nenhum livro dele. Logo, eu comprei os livros de olhos fechados. Foi um risco e tanto, mas valeu muito a pena, pois, se tornaram os melhores livros que ja li em minha vida.
Eu não consigo separar cada livro, considero todos os sete como sendo apenas um. Um livro gigante! Porém, muito bom e muito bem escrito.
Resumidamente, conta a história do Pistoleiro Roland e sua jornada até a misteriosa Torre Negra, centro de todo tempo e espaço. Tudo acontece em um mundo pós-apocalíptico, mas existem outros mundos, vocês vão ver. Para tal missão, Roland contará com a ajuda de Susannah Walker, Eddie Dean e Jake Chambers.
O primeiro livro, O Pistoleiro, talvez seja o pior. Ele é chato, para falar a verdade, mas é super importante para a continuação da história. O segundo livro, A Escolha Dos Três, é onde a "história começa". Você conhece os personagens principais e fica cada vez mais curioso com o que vai acontecer. O terceiro, Terras Devastadas, é um dos melhores da série. Ele é dividido em duas partes e, cada uma é ótima. Mas confesso que prefiro a segunda. O final deste livro é um pouco estranho, mas deixa você querendo cada vez mais ler o quarto. Este, Mago e Vidro, é o melhor da série até agora. Ele "encerra" o que começou no terceiro e viaja pelo passado do personagem principal, Roland Dechain, o melhor personagem já criado. O quinto livro, Lobos De Calla, é uma tensão só, o Ka-tet do pistoleiro (o mais próximo significado de Ka seria destino, e Ka-tet significa um grupo de pessoas destinadas para estar juntas) precisa lidar com tretas no mundo deles, no nosso mundo, lidar com o cara que mais se aproxima com o vilão da história e um problema que começou no terceiro livro, mas ninguém percebe.
Eu só li até o quinto livro, pois, enquanto lia esta série, li alguns outros livros e também não tive muito tempo, mas pretendo terninar o mais rápido possível.
Eu ia falar um pouco sobre o Stephen King, meu autor preferido, mas como esta postagem já está muito grande, fica para a próxima.
O homem de preto fugia pelo deserto e o pistoleiro ia atrás.