4 de novembro de 2013
Postagem Sem Nome
Esse é um ditado velho, porém muito certo. Eu tenho uma caixa na minha cabeça onde eu guardo os ditados ou frases que precisamos levar para toda vida. Algumas delas estão em algumas postagens aqui do blog.
Hoje eu acabei de ler em um blog algo falando que o dono estava desistindo de postar coisas nele, pois estava cansado de pedir que as pessoas visitassem, não queria mais pedir essa esmola. Realmente, é muito ruim você escrever uma coisa esperando que um bando de gente leia, pense, reflita e comente na postagem o que achou. É bom ter esse feedback. Contudo, não é assim que funciona. A vida nunca é do jeito que a gente quer. Nós não vivemos em um conto de fadas e a realidade é dura de se enfrentar.
Nossa, causei um drama e tanto, falando frases fortes quando o assunto é apenas que o seu blog não tem tantas visitas quanto você queria. Realmente, para quem tem o blog e sabe o quanto é ruim isso, eu não exagerei.
Por exemplo, eu passo por momentos com meu blog. Eu amo escrever aqui. Talvez seja o único lugar onde eu possa me expressar sem medo do que vão pensar. Talvez seja porque ninguém vai ler. Ou porque é o meu jeito de dizer o que eu penso. Mas não é sempre que eu escrevo aqui, eu também passo por esses momentos onde eu fico me perguntando qual a finalidade disso aqui. Qual a finalidade de eu ficar escrevendo textos enormes, expondo tudo o que eu penso, exponho minha vida e dou dicas de filmes para alguém que nunca vai ler.
É claro que eu queria que meu blog crescesse, mas eu não vou parar de postar aqui porque ninguém vai ver. Afinal de contas, a pessoa mais importante vai ler, EU!
Eu procuro não seguir regras, não seguir obrigatoriedades com relação a postagens aqui. Sei que para obter sucesso, tenho que manter sempre atualizado. Mas será que um texto escrito para "manter o blog atualizado" terá a mesma sensibilidade de um texto escrito com inspiração e paixão, como esse? Claro que não.
O que eu posso fazer agora é acreditar que as postagens daqui estão chegando nas pessoas que precisam dela. Tudo na vida tem o seu propósito. Se eu estiver ajudando apenas uma pessoa com as minhas postagens, o meu propósito com esse blog estará completo.
Obrigado.
15 de outubro de 2013
Dia Dos Professores
Professores fazem parte da nossa vida desde que nos entendemos por gente. Quando tentamos lembrar de alguma coisa de quando éramos pequenos, talvez o nome dos professores seja a primeira coisa que lembramos. Eu lembro de quase todos os nomes dos professores que tive no colégio e na faculdade.
Sem ser só em colégio ou faculdade, também lembro dos professores que tive, seja na aula de música, curso de inglês ou qualquer outro curso que tenha feito.
É indubtável que os professores tem uma função primordial na vida das pessoas. Mais do que professores, muitos deles são nossos amigos. Claro que tem aqueles que são legais, mas não se envol em com o aluno. Porém, também tem aqueles que, de tanto se envolver, parecem que viraram nossos parentes.
Enquanto eu era aluno, adorava quase todos os meus professores. Tinham algubs que eu apenas gostava, mas tinham outros que eu gostava mesmo. Por exemplo, se hoje eu faço matemática na faculdade, agradeça a Denise, que me deu aula dessa mesma matéria no primeiro ano do ensino médio.
Realmente, eu tive professores que nunca esquecerei em toda a minha vida. Posso citar alguns nomes aqui. No ensino médio tiveram a Elaine, de física, a melhor professora de física que eu já vi na vida; a própria Denise e tem um outro professor, que mesmo não tendo tido uma relação muito próxima com ele, me ensinou bastante. Ele conversou comigo após uma briga que eu tive com a diretora do colégio. Ele foi o único que soube falar comigo sobre o ocorrido. Seu nome era Marcelo Bóia.
No ensino fundamental eu tive muitos professores que me marcaram, mas nenhum deles marcou tanto quanto a Mariléa, o brilho do MV1. Ela era amiga de verdade. Até hoje sinto falta das aulas dela. Até hoje ela comenta nas minhas fotos do facebook. Também teve a Kátia, de português e a Benazzi de história.
Não posso me esquecer da Tia Alessandra, que me deu aula do maternal à primeira série do ensino fundamental.
Fora do colégio, meu primeiro professor de música, Wagner, era muito gente boa. Eu chegava para ter aula e ele falava: "Quem está entrando por esta porta? Steve Vai? Jimmi Paige? Mathias Jabs?". Era muito bom ouvir isso.
Anos depois eu iria conhecer a Valéria e o Atyla, que eu já falei sobre na postagem Ídolos.
Também na mesma postagem, eu falei sobre o Cadu. Agora também tem a Karina, que além de ser ótima professora, é muito maneira.
Na minha faculdade, a única professora que ajudou na minha formação como pessoa foi a Simone, minha orientadora. Ela é o cara! Porém, também tem a Kátia Frensel. Ela também é super gente boa e, se pudesse, puxaria todas as matérias com ela.
Eu só tenho a agradecer a todas essas pessoas por me ajudarem a ser quem eu sou hoje. Obrigado por todo ensinamento. Obrigado por me tornar uma pessoa melhor.
2 de outubro de 2013
A Torre Negra
Nesta postagem, eu vou falar sobre uma das séries de livros mais cultuadas de todos tempos: A Torre Negra.
Ao total, são sete livros, mas, nesse ano, em 2013, saiu um novo livro no mundo da Torre Negra. Acho que acontece em paralelo com algum dos sete livros anteriormente publicados.
Eu já conheço esses livros há um bom tempo, mas eu só comecei a ler no ano passado. Eu não tinha lido antes porque os livros são muito caros, porém, um dia, saiu uma promoção louca no Submarino vendendo todos os sete livros por um preço muito bom. Cada livro saiu pela metade do preço, quase. Quando me deparei com esta promoção, comprei na hora.
Eu procurava sobre a história dos livros pela internet, mas não sabia ao fundo como seria, como era a escrita do autor, Stephen King, que vou falar a seguir, pois nunca tinha lido nenhum livro dele. Logo, eu comprei os livros de olhos fechados. Foi um risco e tanto, mas valeu muito a pena, pois, se tornaram os melhores livros que ja li em minha vida.
Eu não consigo separar cada livro, considero todos os sete como sendo apenas um. Um livro gigante! Porém, muito bom e muito bem escrito.
Resumidamente, conta a história do Pistoleiro Roland e sua jornada até a misteriosa Torre Negra, centro de todo tempo e espaço. Tudo acontece em um mundo pós-apocalíptico, mas existem outros mundos, vocês vão ver. Para tal missão, Roland contará com a ajuda de Susannah Walker, Eddie Dean e Jake Chambers.
O primeiro livro, O Pistoleiro, talvez seja o pior. Ele é chato, para falar a verdade, mas é super importante para a continuação da história. O segundo livro, A Escolha Dos Três, é onde a "história começa". Você conhece os personagens principais e fica cada vez mais curioso com o que vai acontecer. O terceiro, Terras Devastadas, é um dos melhores da série. Ele é dividido em duas partes e, cada uma é ótima. Mas confesso que prefiro a segunda. O final deste livro é um pouco estranho, mas deixa você querendo cada vez mais ler o quarto. Este, Mago e Vidro, é o melhor da série até agora. Ele "encerra" o que começou no terceiro e viaja pelo passado do personagem principal, Roland Dechain, o melhor personagem já criado. O quinto livro, Lobos De Calla, é uma tensão só, o Ka-tet do pistoleiro (o mais próximo significado de Ka seria destino, e Ka-tet significa um grupo de pessoas destinadas para estar juntas) precisa lidar com tretas no mundo deles, no nosso mundo, lidar com o cara que mais se aproxima com o vilão da história e um problema que começou no terceiro livro, mas ninguém percebe.
Eu só li até o quinto livro, pois, enquanto lia esta série, li alguns outros livros e também não tive muito tempo, mas pretendo terninar o mais rápido possível.
Eu ia falar um pouco sobre o Stephen King, meu autor preferido, mas como esta postagem já está muito grande, fica para a próxima.
O homem de preto fugia pelo deserto e o pistoleiro ia atrás.
21 de setembro de 2013
Teoria Racional Das Coisas
O que fazer quando a sua vida está no meio de um nó, sem previsão de melhorar? O que fazer quando tudo que você faz na sua vida começa a não fazer sentido algum? E o que fazer quando você não sabe o que fazer para mudar tudo isso? Abaixo eu vou tentar responder responder essas perguntas. Não uma resposta geral, pois elas serão analisadas apenas por um ponto de vista, o meu, mas tentarei mostrar alguns lados do pensamento.
Por mais que eu sempre fale para seguirmos a nossa felicidade, eu sou bastante racional. Eu sou capaz de manter uma coisa que me faça mal por algum tempo, justamente por achar que aquilo é o caminho certo. E eu só acho que aquele é o caminho certo porque todos ao meu redor falam que ele é. Eu continuo na mesma até não aguentar mais. Ai eu exlplodo e paro.
Por exemplo, esta semana eu me vi em uma situação que me deu um desespero do caramba. Eu estou completamente desestimulado em dar aula no colégio que trabalho, mas não via outra opção pra minha vida, já que não queria continuar estudando para fazer um mestrado, doutorado e conseguir algo melhor. Conversei com meu pai, com minha orientadora na faculdade, com minha cachorra e até com meu video game e não chegava a lugar nenhum. No dia seguinte eu parei para pensar sobre esse assunto e finalmente pude ver uma saída, muito racional, por sinal. Porém, essa "saída" não vai ser muito vantajosa para mim agora, vou ter que me esforçar bastante por mais um ano na faculdade, mas, no futuro, vai fazer uma grande diferença. Decidi fazer um mestrado em matemática, assim, não precisarei dar aula em escola e passar por todos os problemas que todos sabem que os professores passam.
Essa foi uma saída racional, pensando bastante no futuro. Contudo, eu poderia muito bem terminar a faculdade, dar aula aprnas em escola, e tentar outra faculdade que eu queira. Porém essa é mais arriscada.
Uma coisa que a minha orientadora sempre fala é qual o nosso projeto de vida para daqui a três anos? O que a gente quer ser, o que quer estar fazendo, que projetos estarão concluídos, que projetos a concluir? Precisamos ter um foco, mas agora o caminho para chegar neste foco, é escolha sua.
Se você seguir pelo caminho mais fácil agora, no futuro, ou bem próximo ou bem longe, ou daqui a três anos, você vai se perguntar se realmente foi a escolha certa a tomar. Será que você vai ter a mesma capacidade, o mesmo apoio, a mesma motivação? Bem difícil de acontecer.
Se você não "sofrer" agora, vai "sofrer" depois.
Foi nisso que pensei ao decidir fazer um mestrado. Passarei um perrengue para estudar para as matérias no primeiro ano, mas depois, ficarei tranquilo. Ao terminar, estarei com 24 anos, espero, na flor da idade, bonito e gostoso para seguir na carreira musical ou qualquer outra que queira. A única diferença, é que estarei com um emprego suporte com um salário significativamente maior.
Eu disse que iria mostrar os lados do pensamento de escolha para responder as três perguntas, porém eu só falei da racional. Não que essa seja a melhor forma de se pensar, mas é aquela que as pessoas com mais experiência vão querer que a gente escolha. Principalmente aquelas que nos querem bem.
20 de setembro de 2013
Rock in Rio
Eu tinha escrito uma postagem inteira sobre este assunto no sábado, logo após o show do Bruce Springsteen. Depois ter assistido aquele show apoteótico pela televisão. Aquele que seria o melhor show da minha vida, aquele show que entraria para o meu currículo.
Eu tinha escrito a postagem, mas como eu estava no sítio e a internet 3G lá é uma porcaria, eu a perdi. Seria uma das postagens mais emocionantes do blog. Imagina só! Eu estava com a emoção a flor da pele, pois tinha perdido um dos shows que entrou pra história do Rock in Rio.
Até esse ano, só teve um show que eu me arrependi de não ter ido: Rush. Eu não tive companhia para ir comigo, por isso não fui. Tirando esse, todos os shows que eu quis ir, eu fui! Agora, ao lado de Rush, tem Muse e Bruce Springsteen.
Eu não sou um fã incondicional nem de Muse nem de Bruce Springsteen, tanto é que nem acompanhei os últimos albúns do Muse e só conheço os principais albúns de Bruce, mas após esses dois shows emocionantes (pelo menos para mim), eu vou transformar Bruce e Muse no nível David Bowie, Scorpions e Kelly Clarkson na minha vida.
Agora a única coisa que resta é esperar o Rock in Rio 2015. Esperar que venha de novo esges artistas que eu tanto me arrependi tanto de não ter ido. Esperar que venham estes e outros, como Miley Cyrus.
Eu não sei se é uma vergonha falar que gosto de Miley, mas, desde que assisti o filme com ela, A Última Música, comecei a gostar dela. Espero que ela venha.
Eu acompanhei o começo de Muse, comprei os cds, só parei nos últimos dois. Agora vou procurar todos os que ainda não vi.
Dentre todos os shows que tiveram esse ano, acho que o melhor de todos foi o do Bruce Springsteen. Eu não gosto tanto de Bon Jovi como os outros brasileiros, que o veneram como se fosse a melhor banda de rock do universo, mas eu gosto de algumas músicas sim! Algumas eu gosto muito, mas nada demais. Talvez por isso eu não tenha achado o show dele aquilo tudo que falaram.
Outro show que eu também gostei muito, foi o da Beyonce. Dentre todas as artistas pop que já subiram naquelenpalco, Rihana, Katy Perry, ninguém se compara com ela. Tirando também que todas as músicas são sucesso. Não tem como fazer um show ruim onde todas as músicas são singles.
Embora tenha achado que o show do Bruce foi o melhor, o melhor dia foi o 14 de Setembro, com Muse, Florence e 30 seconds. Nesse dia, o placo sunset arrebentou desde o começo, e foi só porrada até o encerramento com Knights of Cydonia, com Muse no palco mundo. Que arrependimento de não ter ido esse dia... Lembrando a todos que acompanhei tudo pela televisão. Assistir um show ao vivo é completamente diferente, principalmente com toda energia do Rock in Rio. E outro fator que conta é assistit um show do seu artista preferido num lugar como o Rock in Rio. Logo, se torna o melhor show da sua vida.
Em 2015, vou em todos os dias!
17 de setembro de 2013
Postagem Estereotipada
3 de setembro de 2013
Leitura e Imaginação
Eu adoro ler. Lendo, eu consigo viajar para novos lugares, consigo conhecer gente nova, conhecer novas personalidades, presenciar inúmeros acontecimentos e muitas outras coisas.
Claro que eu abusei das metáforas ai em cima, mas, realmente, é isso que acontece.
Eu amo filmes, se pudesse, assistiria a todos os filmes que existem, porém, no filme, você conhece o rosto dos personagens, você consegue ver um ator dando vida para ele, e, apartir daquele momento, você só conseguirá imaginar aquele personagem com o rosto, o corpo, as características daquele ator.
Algumas pessoas acham isso muito bom. Hoje mesmo um amigo meu comentou que prefere assistir os filmes baseados nos livros e depois ler o livro, porque assim eles conseguem imaginar melhor os personagens e os lugares. Já eu, acho que não. Você ler um livro sem ter a mínima ideia de como são os personagens é muito melhor.
Normalmente, os autores não descrevem perfeitamente os personagens. Acho que eles fazem isso justamente para os leitores não terem uma imagem na cabeça, cada um imagina o personagem de acordo com o que entende da descrição do autor. Cada um tem uma imagem.
Sem ter uma imagem na cabeça, sua imaginação vai muito mais longe.
Tem certos livros que nos fazem imaginar mundos diferentes, coisas sobrenaturais, criaturas, etc. Um grande exemplo é Nárnia. Você ler Nárnia (qualquer livro) automaticamente te transporta para um mundo fantástico, com criaturas exóticas, lugares, coisas que fazem você exercitar muito a sua imaginação.
Eu também citaria Harry Potter ou Senhor dos Anéis, mas iria contra o que eu falei aqui em cima. Quem consegue imaginar o Harry sem ser o Daniel Radclif? Quem consegue imaginar o Gandalf sem ser o Ian Mckellen? Realmente, é impossível.
E para falar a verdade, eu só citei Nárnia porque é o livro que eu mais gosto! Nárnia também tem versões para o cinema, mas não todos. Eu não consigo mais imaginar os irmãos Pevensie sem ser aqueles do filme. Na adaptação do "Peregrino da Alvorada", eu tomei um susto quando vi o Eustáquio. Acho que todos tomaram. Eu tinha uma imagem totalmente diferente dele na minha cabeça. No quinto livro, "A Cadeira de Prata", tem o Brejeiro. Imaginar o Brejeiro é um exercício para a mente.
Para vocês terem noção, eu li os sete livros em quatro dias. Tá que não é um grande feito, pois, juntando todos, deve dar por volta de oitocentas páginas. Porém foi o livro que li mais rapidamente.
Outra sequência de livros que eu também estou gostando muito, é A Torre Negra, do Stephen King. É muito bom! A história é fantástica e estimula muito a sua imaginação.
Mas, afinal, qual livro não estimula a sua imaginação?
31 de agosto de 2013
Séries de TV 2
Com essa postagem vou dar continuidade a uma que postei há bastante tempo atrás, que eu falo de séries de tv, como já para saber somente lendo o título da postagem.
Eu não vi muitas séries desde aquela postagem, pois eu não procuro muito ver séries. Não que eu não goste de ver séries, mas eu prefiro ver filmes. Eu prefiro mergulhar num filme, que dura, aproximadamente, duas horas, do que acompanhar uma série, que tem por volta de vinte, vinte e dois episódios. Cada um com duração de quarenta, cinquenta minutos.
O que eu também não gosto em séries é que eu sou muito ansioso. Eu sempre quero saber muito do que acontece depois, e isso é o que geralmente acontece em todas as séries. Elas fazem de tudo para te prender na trama e elas sempre acabam no melhor momento do episódio. Ou seja, cada episódio que passa é um inferno de ansiedade para mim. Esse é um dos motivos que me faz não ligar para spoillers, e pior, procurar spoillers na internet.
Falando em prender na trama, procurando saber sempre o que vai acontecer depois, a primeira série que eu vou indicar aqui é a série que mais me fez pensar, mais me fez querer assistí-la para acabar mais rápido e chegar no final mais famoso de todos, a série que mais me deixou ansioso na minha vida: Lost.
Quando eu era menor, um amigo meu, que era muito estranho, via Lost e falava que era muito bom. Logo, na minha cabeça, eu fiz uma conexão maluca que quem assiste Lost é estranho. Isso me fez evitar Lost por um bom tempo. Até que uma amiga me falou tão bem dessa série, que me fez ficar curioso e, finalmente, parei para assistir.
No começo eu achei normal, sem nenhum atrativo, mas depois, do meio da primeira temporada em diante, ficou muito bom.
A série trata de convivência humana em situações extremas. Ou, pelo menos, era disso que tinha de se tratar. Porém, conforme passam as temporadas, essas tretas da convivência ficam em segundo plano total por causa dos intrigantes mistérios que cercam a série.
Imagina você em um avião de boa. Do nada, no meio de uma turbulência sinistra, a parte de trás do avião se separa da parte da frente, o avião cai em uma ilha muito linda. Só que assim que vocês chegam nessa ilha, alguma coisa começa a arrancar árvores, fazendo um barulho estranho do caraca. Eu surtaria na hora.
Essa série é uma das melhores que eu já vi. Vários amigos me falavam que ela perdia o foco, porque ficava muita viagem, muita coisa sem explicação, que não conseguiam mais ver... Só tenho uma coisa para falar para eles: eu adoro viagem! Vocês tem noção do que é ver seis temporadas em menos de um mês? Então, vejam a minha ansiedade em saber qual seria o final de Lost.
Desperate Housewives é a minha série preferida, mas Lost não está muito atrás não. E sobre o final, o mais famoso de todos, é bem justo com a série.
Acabei falando muito de Lost que nem sobrou muito espaço para falar de outras. Vou falar de mais uma só.
Eu não conheço muitas séries brasileiras, muito menos uma série brasileira que alguém fale que é boa. Então, se isso também acontece com você, vou indicar uma brasileira agora.
O nome da série é Descolados. Talvez o nome não chame muita atenção, mas é muito legal. Quando acabei de ver (em um dia, por sinal) me deu uma vontade imensa de sair de casa e dividir apartamento com algum pessoal bem louco lá perto da minha faculdade. Até hoje eu tenho essa vontade.
Essa série define muito bem a vida que todo jovem gostaria de ter; sem muita responsabilidade; muitos amigos; saídas e muitas outras coisas. Ela retrata muito bem isso. Tirando que tem um episódio que eles falam de David Bowie várias vezes.
Talvez eu goste dessa série pelo fato de eu não ter superado ainda o fato que eu cresci, virei adulto, não sou mais adolescente. Talvez seja até por esse motivo que eu voltei para o colégio que eu estudei. Mas, com todo esse papo de adolescente, a série fala sobre adultos vida loka que dividem um apartamento em São Paulo, sendo que cada um tem o seu "problema". Um deles finge que está em Londres para os pais, pois, ao chegar em Londres, foi deportado porque encontraram uma ponta de maconha no bolso dele. Eu super indico essa série.
Eu iria indicar mais uma série aqui, mas é melhor deixar para o "Séries de TV 3".
25 de agosto de 2013
Criatividade
Todos nós somos criativos. Todos nós temos uma mente bastante desenvolvida que pode criar diferentes universos, com diferentes pessoas, diferentes tramas e muitas outras coisas. Na nossa cabeça, tudo acontece da forma que queremos, nós ditamos o caminho que cada coisa deve seguir, o que cada pessoa deve fazer, imaginamos falas, ações, máquinas, qualquer coisa que queremos. Essa nossa capacidade é mais que um dom, é uma dádiva!
Podemos ver tudo isso na quantidade de livros, filmes, séries, novelas e muitas outras coisas que existem. Somente uma pessoa tem vários livros escritos, e, cada livro, tem uma trama completamente diferente da outra. A nossa mente é a fonte da vida. Tudo que existe, um dia foi uma ideia. Essa ideia foi sendo estudada, posta em prática, desenvolvida e hoje nós somos capazes de usufruir dessa coisa, que um dia foi apenas um sonho.
Ser criativo é mais do que criar coisas novas, é poder melhorar aquilo que já existe. Essa frase foi dita em uma aula de português que uma amiga minha teve, e tem muito significado se formos analisar ao fundo.
Ja dizia um velho ditado que nada se cria, tudo se copia. Sim, isso pode ser até verdade. Em filmes e livros podemos ver como os clássicos influênciaram de forma significativa nos novos, que saíram depois deles. Isso não é uma cópia, mas sim uma melhoria do que já foi feito. Por exemplo: eu, Thiago, um grande diretor de cinema, vejo um filme que tem uma cena de assassinato muito boa, mas, pra mim, acho que se tivesse sido focado nas expressões da vitima e não na quantidade de sangue que jorrava pelos ares, a cena teria sido muito melhor. Assim, eu, no meu novo filme, coloco uma cena onde acontece um assassinato do mesmo jeito do filme, porém, ao invés de focar no sangue jorrando, eu foco nas expressões da vitima, nos movimentos dela durante o acontecimento. Eu acho que assim o filme fica muito mais bonito e, ao invés de forçar uma popularidade, chama atenção pela sua beleza.
Também podemos ver isso na quantidade de regravações que tem um filme ou no número de versões que um livro tem para o cinema. Cada uma delas mostra um jeito diferente que cada pessoa entendeu, quis passar para o público.
Cada pessoa tem uma maneira diferente de ver ou entender alguma coisa. O jeito que ela pretende passar a mensagem, a levada que ela vai conduzir a situação, seja na regravação de uma música, remake de um filme, contar uma história... Existem diferentes maneiras para você mostrar a sua criatividade, o único impecilho é a vontade de passar essa mensagem.
13 de agosto de 2013
Férias
Férias é o melhor período da vida de qualquer pessoa. Durante o tempo em que estamos trabalhando, nos esforçamos para fazer o melhor de nós. Isso nos deixa cansado físicamente tanto quanto mentalmente, e o cansaço mental é o pior, com certeza. Eu nao sei se existe uma expressão chamada "cansaço mental", mas eu acho que sim.
Quando estamos cansados fisicamente, descansamos, dormimos, em um fim de semana estará tudo bem, mas cansaço mental é difícil se recuperar, e leva tempo. Para isso que existem as férias.
O cansaço mental nos impede de dar o nosso máximo no trabalho, no estudo, no que estivermos fazendo. Nos desmotiva, nos deixa tristes, nos faz pensar se aquilo que estamos fazendo realmente é o certo a ser feito e, principalmente, nos deixa irritado. Por isso, quando as férias se aproximam, começamos a fazer planos, imaginamos coisas para fazermos, sonhamos com várias coisas que podemos fazer durante este período, por mais curto que seja.
Eu acredito que se sairmos da nossa rotina por um certo tempo - que não seja dois dias, porque se não um fim de semana resolveria sua vida - conseguimos amenizar esse cansaço mental. Podemos até ficar mais cansados fisicamente, o que é muito provável, mas estaremos tranquilos por ter feito aquilo que queríamos fazer, e não aquilo que somos obrigados a fazer todo dia.
Sair da rotina é preciso. O cansaço mental pode não ser apenas relacionado à um trabalho, pode ser também a uma faculdade, uma obrigação semanal, diária que você tem.
Quando o assunto é trabalho, é bem complicado sair da rotina, pois é uma responsabilidade que temos e não podemos sair. A solução para evitar o cansaço mental no trabalho é você transformar daquele inferno um lugar menos infernal. Ou seja, aceitar que não tem jeito de mudar e encontrar alguma coisa que transforme aquele lugar em uma coisa um pouco melhor. Por exemplo, na minha faculdade, como eu sempre digo aqui, não gosto, porém eu escolho algumas matérias que eu me saia melhor para estudar mais, me dedicar mais. Não que isso me faça gostar dela, mas me faz suportá-la.
Teve uma época em que eu não tinha vontade de fazer nada. Não queria estudar, ir para as aulas de música, boxe, faculdade... Estava cheio de coisas para fazer, tinha pouco tempo para ficar vagabundeando por ai. Claro que temos que trabalhar, fazer nossos cursos e outras coisas, mas aquele tempo que você reserva para você não fazer nada, ficar deitado na sua cama olhando para o teto, sem pensar em nada é super necessário.
Chamando de férias, tempinho de vagabundagem, sonequinha do dia ou tirar uma tripa lombeira, todos tem o mesmo significado e todos levam a um resultado: descansar. E isso é essencial para uma vida saudável e normal.
7 de agosto de 2013
Ídolos
O Cadu é muito maneiro! Sabe aquela pessoa que tu se identifica pra caramba. As maiorias das coisas que ela fala, você assente porque realmente você compartilha da mesma opinião ou sentimento ou ideologia de vida. Sabe isso? Então, essa pessoa é o Cadu. Tirando que ele melhorou meu inglês duzentos por cento. Toda vez que ele vai tirar alguma dúvida comigo, sempre surge um assunto e gera uma discussão do caraca e estudar que é bom nada.
Afinal, para isso servem os ídolos.
4 de agosto de 2013
Leis Da Vida
Estava vendo o meu facebook, no meu feed de notícias, até que vi essa foto que está anexada aqui em baixo. Assim que acabei de ler, reparei que essa é a minha ideologia de viver bem. Essa é a mensagem que eu sempre quero passar no meu blog. Então pensei: vou colocar esta imagem no meu blog para passar, com uma imagem só, uma boa parte das mensagens que eu quero passar aqui.
O texto não vai ser muito grande, até porque não estou com muita inspiração para escrever, mas achei que seria muito válido postar esta foto aqui.
Também quero pedir desculpa pelos erros que as últimas postagens estão tendo. Por exemplo: ao invés de escrever "um", está escrito "hm". Esses erros estão acontecendo porque, nesses últimos dias, estava muito ocupado, e escrevia os textos do meu celular. Mas sempre que reparava o erro, consertava.
Espero que vocês peguem estas leis para a vida de vocês.
31 de julho de 2013
Um Ano De Blog
No dia 22 de Julho o blog completou um ano. Há um ano atrás eu estava todo animado com o blog, falava com uma amiga minha todos os meus planos com o blog, sonhava em atingir um, mesmo que pequeno, sucesso, com postagens super legais que cbamassem a atenção das pessoas. Queria escrever sobre filmes, música, qualquer coisa que eu julgava que seria chamativo para o blog, aquilo que podia fazer pessoas gostarem do que acabou de ler e indicasse para um amigo. Porém, em um dado momento que não lembro qual, fiz uma postagem chamada "Sonhos", uma das postagens que mais gosto. Nela, eu escrevi hma frase que mudou minha vida daquele dia em diante: "Corram atrás e vivam". Sim, dali em diante eu decidi que esse seria o lema da minha vida, correr atrás e viver.
Meus amigos elogiaram bastante essa postagem, e, naquele momento, eu percebi que o blog não seria para colocar somente coisas legais para chamar atenção. Seria um lugar onde eu poderia falar tudo o que eu penso sobre variados assuntos, sem ter mais aquela ambição de agradar a todos e transformar do meu blog um sucesso.
Um ano se passou e eu não consegui transformar esse blog em um sucesso. Em um ano eu devo ter conseguido o número de visualizações que um blog famoso recebe em uma hora. Ou menos. Mas eu não estou triste com isso. Claro que eu gostaria que meu blog atingisse um certo nível de sucesso, mas não é a minha prioridade.
Algo que eu sempre prrservei no blog, foi o formato de um caderno, uma folha de papel, onde qualquer um poderia escrever. Eu mantive esse formato desde então, porque isso para mim não é um blog, é um diário. Tudo que eu falo aqui é, realmente, o meu pensamento.
Hoje, com quase 50 publicações, vários assuntos abordados, experiências discutidas, eu tenho muito orgulho do que eu fiz e vou continuar fazendo.
Escrever aqui me deixa muito feliz, principalmente quando alguma postagem recebe algum comentário. Leio e releio várias vezes.
Para finalizar este texto, eu gostaria muito de agradecer a todas as pessoas que um dia passaram por este blog, sem querer ou não. Aos meus amigos que me ajudaram com o blog. As pessoas que me inspiraram prara algumas postagens. E também àquela mulher que eu encontrei na van, que eu disse na postagem "Lógica Fuck". Ela abriu meus olhos para o mundo. Ela me disse que o certo é aquilo que você gosta, não aquilo que a sociedade julga certo. Não lembro o nome dela, mas vou lembrar dela sempre em minha vida.
29 de julho de 2013
Uma Encruzilhada Chamada Escolha
Normalmente, saímos do colégio com 17, 18 anos, e é nesse momento que precisamos escolher o que queremos fazer na faculdade. Poucos adolescentes tem a maturidade necessária para fazer tal escolha. Eu mesmo tenho muitos amigos que fazem (alguns já terminaram) administração por não ter a mínima ideia do que queriam fazer. Eu mesmo escolhi fazer matemática e hoje não estou muito contente. Imagina o que é um adolescente de 17 anos ter de fazer uma escolha que muda toda a sua vida!
Infelizmente, mais uma vez, essa não é a única escolha que temos de fazer em nossas vidas. Seja qual for a situação, escolher é uma furada terrível.
No meu caso, quando isso acontece, eu fico imaginando o que poderia ter acontecido caso tivesse escolhido a outra opção. Eu, com certeza, vejo os lados positivos e negativos, penso se poderia ter dado certo, penso em tudo que seria diferente. Isso é uma droga. Eu não gosto de ficar pensando naquilo que poderia ter acontecido. E o pior, me arrepender de não ter escolhido a outra opção.
As vezes, quando vemos algum filme que fala sobre esse tema, ele sempre mostra para o principal que a escolha que ele fez não foi a melhor. Se ele tivesse "ido para o outro lado", seria mais feliz, teria mais amigos, teria uma relação melhor com a família, etc. Talvez isso nos force a pensar mais em todas as decisões que tomamos. Um filme que sempre vem à minha cabeça quando penso nisso é "Um Homem De Família", com o Nicholas Cage, onde um homem solitário dorme, e quando acorda, está em uma realidade totalmente diferente da sua, com uma mulher, filhos, amigos, tudo que ele não tinha antes. Essa nova realidade mostra para ele o que teria acontecido na sua vida caso ele tivesse escolhido ficar com a namorada dele ao invés de uma proposta de emprego irrecusável.
Alguém desistiria de uma proposta de emprego que poderia te dar uma total estabilidade financeira por causa de um amor adolescente?
Eu trocaria sem nem pensar duas vezes!
Várias vezes nos vemos em uma encruzilhada. Nossa vida é uma encruzilhada. Para qualquer lado que olhamos, sempre tem uma rua para você seguir. As consequências de andar por este caminho aparecem conforme o tempo passa.
Viver, nada mais é do que fazer escolhas. Temos que sempre estar preparados para fazer as melhores possíveis. Mais além, precisamos estar maduros para escolher bem. Mas será que somos maduros para fazê-las? Será que estamos.preparados para fazê-las?
Eu acho que não.
17 de julho de 2013
Medo
Já fiz uma postagem com esse tema, mas foi em uma época que eu não tinha ideia do que fazer com esse blog, tudo que eu queria era chamar atenção com postagens de entretenimento, bobas ou não, mas totalmente diferente da proposta atual do blog. Como eu estou passando por uma fase que o medo está mais presente do que tudo, e também tenho alguns amigos que me falaram sobre o medo que sentem, resolvi escrever sobre isso aqui.
Tá que eu não sou a pessoa mais indicada para falar sobre esse assunto, até porque não tenho nenhuma base de estudos para falar sobre nada aqui, tudo que escrevo é com base nas minhas vivências e nas vivências dos outros. Perceberam o medo escondido por trás dessa explicação? Acredito que sim.
O medo nos impede de fazer várias coisas que podem ser muito boas em nossa vida. Quantas coisas você já deixou de fazer por causa do medo? Quantas coisas eu deixei de fazer por causa do medo! Porém, seguindo a lógica da postagem "Lógica Fuck", medo não faz sentido.
Beleza, mas por que sentir medo não faz sentido? Simples. Porque nós estamos vivendo. Viver requer muita coragem. Um dia eu vi uma foto dizendo que tem pessoas que não vivem, apenas existem. Se você não arriscar, ousar, "mergulhar de cabeça em um rio, mesmo sem saber o que vai encontrar", nada fará sentido na sua vida. Imagina o que é viver a vida onde nada de inesperado acontece. Na física, quando estamos estudando Trabalho, quando o Trabalho é realizado por uma força interna (peso, normal, etc.), o Trabalho é positivo. Quando é realizado por forças externas (força elástica, atrito, etc.), o Trabalho é negativo.
O que eu quis dizer com isso é que se as coisas inesperadas que acontecerem na sua vida dependerem de outras pessoas, o seu trabalho vai ser negativo. Caso contrário, positivo.
Beleza, sei que essa comparação foi um pouco forçada e um pouquinho ruim, mas eu precisava usar minha formação em matemática para alguma coisa.
A mudança tem que partir da gente, se quisermos fazer alguma coisa, não deixemos que fatores externos nos impeça de fazer, não vamos criar situações onde o problema sempre vai aparecer.
Eu costumo falar uma frase (que não tem sentido algum, mas é muito boa) que diz assim: "O que acontecer, irá acontecer".
Algumas pessoas acreditam em destino, e tem aquele ditado que conforta qualquer tipo de vagabundo, que diz que se ainda não deu certo, é porque ainda não acabou. Já eu, não confio muito no destino, muito menos nesse ditado. Prefiro ficar na minha frase, que diz que o que acontecer, vai acontecer. Nessa frase não envolve destino, não envolve religião, não envolve nada, não diz que o que tiver de ser, será e não diz que estamos predestinados à fazer alguma coisa, diz apenas que o que acontecer, irá acontecer.
Muito óbvio.
11 de julho de 2013
Filmes do Hitchcock 2
Na primeira postagem eu indiquei os filmes "Os 39 Degraus", "Rebecca, A Mulher Inesquecível" e "Pacto Sinistro".
Um dos filme que eu iria indicar aqui era "A Sombra De Uma Dúvida". Este é um filme muito bom, porém é muito lento. Muito mais lento do que o normal. Quando assisti, dormi no final e tive que voltar para ver o que acontece. Contudo, isso não quer dizer que o filme é ruim. Ele tem cenas muito boas e a trama é muito bem elaborada. Você consegue perceber claramente como esse filme influenciou alguns dos filmes que saíram depois deles, seja nas cenas em que o Tio Charlie tenta matar a sua sobrinha, Charlie também, (opa, spoiller) e em muitas outras coisas. Sendo assim, esse filme é uma indicação pra quem gosta muito de filmes e gosta de um de suspense/thriller/noir dos melhores.
Bom, vamos ao que interessa. O primeiro filme indicado nessa postagem é "Um Corpo Que Cai". Este é considerado o melhor filme de todos os tempos segundo o Instituto de Cinema Britânico. Por mais de 50 anos, quem ocupava essa posição era "Cidadão Kane" do Orson Welles, um dos filmes mais chatos que já assisti.
"Um Corpo Que Cai" é um clássico. Como todos os clássicos, é lento. Mas não acho este tão lento quanto os outros clássicos. A sinopse é a seguinte: um homem contrata um detetive para seguir sua mulher, pois ele acha que ela está sendo possuída pelo espírito de uma mulher que cometeu suicídio na mesma idade que ela, e, por consequência, ela está com tendências suicídas. Porém, com o desenvolvimento da trama, tudo isso se mostra ser uma conspiração muito sinistra. O final desse filme é genial, e tirando que a fotografia, cenografia, trilha sonora e a interpretação dos personagens são perfeitas. Outro ponto alto também deste filme é a beleza da Kim Novak. Está para nascer uma mulher tão bonita quanto ela.
O segundo filme que vou indicar aqui é "Psicose". Acho que esse filme não precisa de indicações. É um dos filmes mais conhecidos e um dos mais aclamados. Eu li uma vez que quando Psicose foi lançado, em um festival de filmes, entre os cinéfilos lá presente, ele atingiu uma marca de 99% de aprovação. Não sei se essa informação é verdadeira ou não, mas o que importa é que "Psicose" é muito bom.
O filme conta a história de Marion Craine, que, após roubar 40 mil dolares, foge da cidade. Muito esperta, decide passar a noite em um hotel com um dono um pouco suspeito. Acho que vocês já sabem o que acontece depois.
Talvez a cena mais famosa do cinema esteja neste filme. A cena da Marion sendo esfaqueada no banheiro, com aquela música que se tornou o símbolo do suspense, é magnífica. Esse filme me inspirou tanto, que escrevi uma música contando a história da Marion.
Se você gosta de filme de terror, suspense ou thriller, assistir este filme é obrigação. E só para vocês terem noção do final grandioso desse filme, como este filme é baseado em um livro, o Hitchcock comprou todos os exemplares que estavam a venda para ninguém saber o final do filme!
O terceiro filme que indicarei nesta postagem é um dos filmes que eu mais gosto do Hitchcock, mas um dos filmes mais injustiçados: "Marnie, Confissões De Uma Ladra".
Nunca conheci uma pessoa que sequer conhecesse esse filme. Claro que estou me referindo a conhecer a pessoa pessoalmente. Isso é muito triste pra mim, porque já assisti esse filme umas três vezes e assistiria de novo na boa. No filme, Marnie é uma cleptomaníaca com alguns problemas psicológicos: ela não suporta ver a cor vermelha, não suporta ser tocada por nenhum homem, tem sonhos aterrorizantes e tem medo de tempestades. Ela é contratada por uma empresa, mas a rouba e foge. Um homem, conhecido do dono da empresa roubada e dono de uma outra, pede características da ladra. Dias depois, a ladra pede emprego para este homem, e ele, já sabendo dela, reconhecendo-a pelas características, dá um emprego para ela e arma pegá-la no flagra quando ela for lhe roubar. Após o flagrante, ao invés dele denunciá-la, ele a obriga a se casar com ele. E assim toda história se desenrola.
É muito bonito você reparar o cuidado que os produtores tiveram de evitar ao máximo a cor vermelha. E obtiveram um resultado ótimo. A trilha sonora também é muito boa, combinando perfeitamente com a personagem principal, Marnie.
Eu gosto tanto desse filme, que quando estou em algum lugar chato, eu falo: "Preferia estar assistindo Marnie, Confissões De Uma Ladra". Muito idiota.
Juntando esses filmes com os da outra postagem, vocês conseguem ver o grandioso trabalho do Hitchcock. Eu coloquei nessas duas postagens os filmes que EU mais gosto, claro que ele tem outros grandes clássicos que eu aconselho muito a procurar.
Acho que eu posso dizer sim que "Rebecca, A Mulher Inesquecível" é o filme que eu mais gosto do Hitchcock.
9 de julho de 2013
Filmes Que Todos Deveriam Assistir
Pra nossa vida, precisamos adiquirir muitos conhecimentos para viver da melhor maneira possível. Podemos conseguir esses conhecimentos apenas com as experiências que nós temos, que sempre aprendemos alguma coisa, ou com as experiências dos outros. Como eu sou um cara legal, selecionei alguns filmes que passam uma ideia do que fazer para viver bem, passam uma mensagem muito boa do verdadeiro sentido da vida (se é que isso existe).
Muitos acham que o sentido da vida é você buscar sempre o melhor para vovê, crescer sempre e nunca se aproveitar dos outros. Claro que isso não está errado, longe de mim discordar disso, mas eu resumiria o sentido da vida em apenas uma frase: "buscar a felicidade". De que adianta voce buscar sempre crescer se você não é feliz? Não faz sentido. Primeiro seja feliz, depois obedeça as três regrinhas.
Voltando aos filmes. O primeiro filme que eu acho que todo mundo deveria assistir é "Laços de Ternura". Este filme me fez pensar muito na relação que eu tenho com meus pais, principalmente com a minha mãe, que é o tema principal do filme. Porém, além de fazer pensar na relação com seus pais, mostra justamente a busca pela felicidade, onde uma senhora de meia idade decide viver um "amor adolescente" novamente. Tirando que o filme é muito bom. E esse foi o filme que eu mais chorei na minha vida, então prepare o lenço.
O segundo filme que eu acho que todos deveriam assistir é "Kramer vs. Kramer". Esse filme me fez gostar mais de criança do que eu já gosto, mas além disso, me fez perceber o quanto nossos pais gostam da gente, mostra que eles passariam por tudo só pelo nosso bem. Uma lição de vida completa para você que deseja ser pai ou mãe um dia.
Nem sempre o que você julga ser o certo, é o melhor!
O terceiro filme que eu acho que todo mundo deve assistir é "Beleza Americana". Sem palavras para esse filme, uma verdadeira obra de arte! Passa a mensagem do verdadeiro sentido da vida, na minha opinião, quando um homem joga tudo para o alto porque a sua vida estava uma porcaria. E é justamente isso que eu sempre falo aqui nesse blog, ter coragem para mudar em prol da felicidade. E também passa fortes noções sobre família e criação dos filhos. Tirando ser um dos melhores filmes que eu já vi.
O quarto e último filme que eu acho que todos deveriam assistir é "Mundo Cão". Este é focado mais para os adolescentes, que saem da escola e não tem a mínima ideia do que fazer da sua vida, como eu, até hoje! Esse filme transmite mensagens de amizade, amor, família, auto estima... Jm dos melhores filmes que já assisti.
Quando eu estava assistindo e o filme acabou, eu fiquei muito triste. Não porque o final é triste (eu achei triste), mas porque o filme acabou mesmo. Ficaria umas 4 horas assistindo-o.
Sei que essa postagem ficou um pouco grande, não gosto de fazer postagens grandes, mas eu estou adiando esta postagem por muito tempo e hoje finalmente saiu!
5 de julho de 2013
Traição 2
23 de junho de 2013
Os Filmes Que Mais Gosto
Sabendo disso, vocês não vão estranhar se eu disser que o filme que eu mais gosto é "Era Uma Vez No Oeste". Eu não me canso de ver esse filme. Ele é perfeito (na minha humilde opinião)! Tudo é muito bem detalhado, muito bonito de se ver! E a trilha sonora... Ah, a trilha sonora. A mais linda que já vi na minha vida com toda certeza.
Todo filme que eu vejo e gosto, coloco meu pai para ver. Quando coloquei meu pai para ver este, ele dormiu três vezes durante o filme. Um amigo meu me disse que tentou ver, mas achou chato porque os primeiros quinze minutos de filme é um cara tentando assoprar uma mosca. Eu ri muito quando ele disse isso, mas não pude negar que era verdade.
Acho que nenhum filme vai conseguir superar "Era Uma Vez No Oeste" no primeiro lugar da minha lista.
O segundo filme que eu mais gosto é "Persona - Quando Duas Mulheres Pecam". Eu já fiz uma postagem sobre esse filme, quem quiser saber mais um pouco dele, dá uma olhada lá! Não vão se arrepender.
Ultimamente, eu tenho visto muito filme com o Leonardo DiCaprio e ele se tornou um dos atores que mais gosto. Eu gostei muito dos filmes dele com a direção do Martin Scorsese (Gangues de Nova Iorque, O Aviador, Ilha do Medo e Os Infiltrados). Realmente são filmes muito bons! Contudo, o filme que eu mais gosto com ele é "Titanic". O segundo melhor é "A Praia". Esse não é um filme muito bem aclamado pela crítica, mas eu gostei muito de assisti-lo e entrou na minha lista de filmes que mais gosto. Conforme o filme vai chegando ao final, o roteiro fica um pouco confuso, mas encerra de uma forma justa. A fotografia desse filme é sensacional! A cena em que o personagem do DiCaprio, Richard, e Françoise fazem amor na praia com todas aquelas luzes brilhando é o ápice.
Quando eu terminar minha faculdade, de Matemática, vou fazer faculdade de Cinema, e, a priori, quero ir para os lados da fotografia (quem sabe um diretor de fotografia) ou para os do roteiro (quem sabe um roteirista).
16 de junho de 2013
Data de Validade
19 de maio de 2013
Era Uma Vez Na Escola...
Eu não sei se isso me fez bem ou me fez mal. A primeira reação que tive foi lembrar de como era bom aquele tempo. Contudo, não parou por ai. No monte, tinha alguns desenhos, textos, provas de amigos meu... Depois disso só consegui fazer uma coisa: chorar.
Tinha um texto que eu escrevi me baseando no pseudo romance que eu tinha com uma amiga minha. Tinha um desenho que eu fiz dentro da sala (eu lembro!), tinha um texto que essa amiga minha escreveu e fez uma dedicatória pra mim no final. As outras coisas que eu encontrei não mexeram tanto comigo quanto essas.
Eu lembro muito do tempo que eu estudava e sinto muita falta. Realmente, foi a melhor fase da minha vida. Todos os meus amigos eram legais, tudo que acontecia era muito legal.
Acho que uma das coisas que mais sinto falta é do amor que eu sentia por essa minha amiga. Era tão legal, tão bom sentir aquilo... Amor de colégio. Depois que saímos do colégio até namoramos, mas não deu muito certo. Hoje a gente nem se fala mais. É uma pena, mesmo eu sabendo que a culpa da gente não se falar mais é minha. Quando éramos amigos, era muito legal, pois somos muito iguais, mas como namorado, nada deu muito certo. Será que um dia meu orgulho vai deixar eu falar com ela? E será que o dela vai deixar também? Ninguém sabe.
Pelas postagens anteriores a essa, as pessoas podem pensar que minha vida de adolescente era ruim. Dentro da escola eu era feliz, tinha vários amigos e era super gente boa, mas fora da escola eu não era nem metade do que era lá dentro. Hoje, me arrependo disso.
Outra coisa que também pensei vendo todas essas coisas do meu colégio foi o que eu me tornei. Será que eu sou hoje o que eu queria ser quando estudava? Será que realizei tudo que queria? Todos sabemos que a resposta pra essas duas perguntas é não. Minha vida não é ruim, pelo contrário, é muito boa. Mas não é aquilo que sempre planejei. Um grande exemplo que sempre cito é a minha faculdade. Porém isso logo vai acabar, faltam apenas dois semestres.
Acho que as mensagens que gostaria de passar quando falo da minha vida aqui, é pra sempre buscarmos o melhor da gente. Sempre buscarmos a nossa felicidade. Se algo te incomoda, mude já! E viva! Mas será que eu sou a pessoa certa para passar essa mensagem?
11 de maio de 2013
Lógica Fuck
Na vida, tudo faz muito sentido: vivemos para trabalhar para ganhar dinheiro para poder comprar as coisas que precisamos para poder viver. Nós gostamos muito de fazer uma coisa, mas todo mundo diz que devemos priorizar o nosso trabalho e hobby em segundo plano. Mas quem disse que eu não quero o que você chama de "hobby" pra ganhar minha vida? Mas também, quem disse que esse meu hobby que eu quero como trabalho vai dar certo? Então onde eu posso encontrar sentido nisso? Onde posso encontrar lógica numa vida onde você depende das outras pessoas, nada depende apenas de você?
5 de maio de 2013
O Drama Adolescente
O que me faz voltar aqui, mesmo depois de um mês e quatro dias após a última publicação? Sei lá! Eu acho que eu sinto falta de escrever aqui porque é uma forma de eu desabafar. Eu não consigo desabafar com qualquer um e, no momento, só tem uma pessoa que eu tenho confiança e intimidade o suficiente para isso, mas prefiro por não fazer.
Nesse tempo eu tive várias ideias sobre assuntos para falar aqui, mas eu sempre fui adiando. Até que hoje eu resolvi sentar na minha cama com o meu computador e escrever. Porém, hoje eu não tenho ideia nenhuma sobre o que escrever... Vida cruel.
Então, vou atender o pedido de uma amiga minha que vive pedindo para eu escrever sobre ela aqui, mas eu nunca escrevo. Mas, também, não vou escrever sobre ela diretamente, vou mandar uma mensagem para ela, que também serve para todos que estão lendo que passam por isso ou que conhecem alguém que passa.
O que acontece com ela é o drama adolescente. Como assim drama adolescente? Se sentir sozinha, achar que ninguém gosta da gente, se achar o lixo do lixo, achar que não fazemos a menor diferença pro mundo. Ou seja, ter a auto estima no chão do chão!
Quando eu era adolescente, eu também era assim, principalmente nos 15 anos, onde todo mundo estava namorando ao meu redor e eu não, e o que eu mais queria na vida era ter uma namorada. Me sentia muito sozinho e deprimido. Como consequência, ficava em casa direto. Não saía, não fazia nada, só saía com meus pais.
Hoje eu me arrependo muito disso, porque eu vejo que essa não era a solução pra tomar. Eu tinha os meus amigos, mas eram amigos de escola, e eles saíam toda hora para vários lugares, mas eu não participava porque eu tinha uma auto estima baixíssima e preferia ficar em casa. Isso se prolongou até o final dos 17 anos. Depois dos 18, minha vida mudou totalmente e eu comecei a sair mais com meus amigos, meu primo e toda aquela baixa auto estima foi embora. Eu me sentia feio, me sentia chato, porém, hoje, posso até ser feio e chato, mas não me sinto assim. Sei que com todas as minhas qualidades e defeitos, alguém vai se interessar por mim (isto se já não tiver interessada!).
O lugar que eu mais gostava de ficar era em casa, hoje, o lugar que eu mais gosto de ficar, é no Barra Music.
Quando você está triste, a pior coisa a se fazer é ficar dentro do seu mundo, ficar trancado no seu quarto. O ideal é fazer alguma coisa pra distrair a cabeça, algo que você gosta que possa fazer você se distanciar de todo pensamento ruim que passa pela sua cabeça (afinal, pensamentos tristes são pensamentos ruins!). Eu, por exemplo, amo filmes, se pudesse, veria dois filmes por dia. Então, quando eu to triste, mal, eu vejo um filme. Enquanto eu estou vendo o filme, eu esqueço de tudo (demora uns 30 minutos pra isso acontecer) e "mergulho" no filme totalmente. Quando o filme acaba, ou eu fico um pouco melhor, ou pior, depende da história do filme. Outra coisa também que eu faço, é tocar violão. Por isso que eu toco bem (eu acho), porque eu comecei a tocar com 15 anos e naquele momento eu sempre estava triste, então eu sempre estava treinando.
É claro que a minha vida hoje em dia não é perfeita. Eu faço uma faculdade que não gosto, tenho meus problemas pessoais, minha cabeça é totalmente diferente dos meus familiares, mas ela melhorou muito depois que eu caí na real que o mundo é mais do que se sentir triste por ter baixa auto estima. Todos falam de vida após a morte, mas isso não é certo. Ninguém sabe se realmente tem. Se teremos uma segunda chance para fazer tudo que queremos. Por isso, temos que aproveitar o tempo que nos foi dado com as coisas que gostamos de fazer. Temos que arriscar mais, tentar mais. As vezes, a opção mais legal é aquela que você mais pensou em não fazer, mas, no final, viu que foi a melhor opção.
Acho melhor terminar por aqui, porque já está grande demais, mas espero que tenha conseguido passar a mensagem.
Sobre a amiga que eu falei aqui em cima, espero que ela compreenda que ela é linda, legal, maneira, irada, 10, e que qualquer homem seria o mais sortudo do mundo ao lado dela. Só não vou falar mais pra não dar mais ibope.
1 de abril de 2013
Traição
24 de março de 2013
Músicas Que Me Apetecem
23 de março de 2013
Forever Young
17 de março de 2013
Perdão
A maioria dos meus amigos sabem que eu não sigo nenhuma doutrina religiosa, por isso, poucas coisas que eu falo ou escrevo tem bases religiosas. Não sei se isso é bom ou ruim, mas, pra mim, é bom. Porém, isso é outro tabu que pretendia não comentar.
Perdoar não é tão fácil assim. Quando alguém protagoniza uma situação que te desagrade e/ou denigre sua imagem, é bem difícil você esquecer. Porém, se essa situação não for tão significativa assim, pensamos várias vezes em perdoar. Até que perdoamos. Contudo, nem sempre a situação é insignificante - ou quase insignificante. Há momentos em que juramos nunca mais perdoar aquela pessoa - ou aquelas pessoas - pelo ocorrido. Isso é muito ruim, pois você cria um mal estar quando, em algum contexto, vocês ficam lado a lado.
Perdão vai muito além do "mal estar" no contexto. Quando o assunto é perdão, muita bagagem vem com ele. E uma pergunta surge no ambiente quando cogitamos perdoar: Será que vale a pena?
Se nós precisamos perdoar alguém, é porque algo que não gostamos essa pessoa já fez. E se ela já fez algo que não gostamos uma vez, sempre ficamos com a ideia de que ela fará de novo. Isso é um ciclo vicioso que nunca terá fim.
Se continuarmos nesse ciclo, nunca perdoaremos ninguém e, consequentemente, não teremos mais amigos. Conclusão: perdoar vale a pena. Além de valer a pena, perdoar é preciso!
A princípio você pode negar o perdão, mas, com o tempo, não conseguirá. Seja por intervenções externas ou internas mesmo, o perdão sempre vai ganhar na sua cabeça. Agora, se ele vai ganhar o seu orgulho é outra história.
Viver bem com as pessoas ao seu redor é a prioridade em nossa vida e temos que saber lidar com todas as consequências que isso traz, inclusive saber perdoar.
14 de março de 2013
Vida de Professor
9 de fevereiro de 2013
Persona - Quando Duas Mulheres Pecam
Thriller Psicológico
Várias vezes somos obrigados a aturar alguma coisa que não gostamos, simplesmente pelo fato de que não seria válido causar uma discussão, confrontar tal situação. Essas coisas podem ser comentários indesejáveis, atitudes inesperadas, etc. Por menores que sejam essas atitudes, se não gostamos dela, claro que não iremos reagir bem à isso. Porém, se a origem for de uma pessoa que gostamos muito ou de alguém que somos obrigados a aturar, as vezes, preferimos guardar esse sentimento de raiva momentânea, decepção para nós mesmos, prometendo não aturar o próximo.
Contudo, nem sempre cumprimos o que prometemos e aturamos uma segunda vez. Seja para manter a amizade ou para manter um emprego, sei lá. Por outro lado, conforme mantemos essas ligações, começamos a encher um copo que está predestinado a encher, e, se continuarmo enchendo, a transbordar!
Eu sou muito assim. Prefiro suportar alguma coisa a falar que não gostei para manter uma relação boa com tal pessoa. Melhor dizendo, eu ERA muito assim. De um tempo para cá estou preferindo falar sempre quando não gosto de alguma coisa.
Pois bem. Quando esse copo se enche, nossa tolerância acaba e qualquer outra coisa que façam com a gente será a última gota que cairá naquele copo que começa a transbordar. Com isso, causamos uma briga, um desentendimento um pouco grande. Você começa a jogar na cara tudo o que você já suportou para manter a relação e isso pode crucificar o fim dessa relação que você tentou manter.
Se pensarmos bem, toda essa discussão final poderia ser evitada se, ao primeiro momento que acontecesse algo que você não gostasse, você falasse com a pessoa que não gostou do ocorrido. Claro que você não precisa ser grosso, apenas fale deixando bem claro que você não gostou, mas deixando claro, também, que você gosta da pessoa e quer manter a relação de vocês. Pronto. Resolvido.
Essas coisas que acontecem e que não gostamos nos deixam loucos, e se não fizermos algo para esquecê-la, apenas ficarmos guardando-a, parecerá que estamos protagonizando um filme de Thriller Psicológico. E, na maioria das vezes, o final não vai ser bom.
31 de janeiro de 2013
Flor Do Meu Paraguai
27 de janeiro de 2013
Pensamentos Sobre Santa Maria
Minha reação na hora foi uma surpresa tremenda, já que eu tinha ido à uma boate na noite anterior. Fiquei tão assustado que não consegui falar nada. Me surpreendi ainda mais quando ela falou que haviam por volta de 245 mortos e mais de 100 feridos.
Essa postagem não é para criticar o sistema de segurança das boates do Brasil, ou qualquer outro tema que possa ser criticado que possa envolver esse evento, mas sim para pensar um pouco o que passou pela minha cabeça quando parei pra pensar no ocorrido.
A primeira coisa que pensei foi o que passou pela cabeça das pessoas no momento em que viram as chamas e que não tinha como sair de lá a tempo. Eu já fico desesperado com algumas situações simples que nem se comparam com essa. Realmente, eu me senti muito mal de pensar nisso.
A segunda coisa que pensei é como o ser humano é. Como nós agimos em situações de desespero. Quando estamos em uma situação de risco, ninguém ao nosso lado é amigo nem conhecido, a única coisa que queremos é nos salvar. Varias pessoas foram pisoteadas e, com certeza, muitas pessoas ficaram para trás por esse mesmo motivo. É terrível pensar que eu também estou predestinado a ter essa atitude em uma situação de risco.
O terceiro, e mais complexo pensamento, é o que nós significamos nesse mundo? Com que finalidade estamos aqui? 232 ou mais pessoas morreram, a maioria deles entre 18 e 20 anos! É uma tristeza pensar nisso, mas aconteceu! Morreram do nada! Saíram para se divertir e terminaram uma noite que tinha tudo para ser muito divertida mortos. Somos alvos fáceis da morte. E o pior de pensar nisso, é pensar que pode acontecer com qualquer um! Se podemos morrer a qualquer momento, o que realmente significa viver? Eu realmente não faço ideia.
A qualquer momento podemos morrer. Mas será que quando morrermos estaremos plenamente satisfeitos com a vida vivida ou lamentaremos não ter sonhado em fazer da morte uma justa despedida?
8 de janeiro de 2013
Where Are We Now?
O que eu não esperava era que receberia uma notícia que me deixaria totalmente extasiado ao acordar. Essa notícia mexeu tanto comigo que eu não parava de rir de manha. Minha mãe olhava para mim e perguntava: "O que foi? Ainda por causa do David Bowie?". E eu não respondia nada. Ficava aproveitando o momento.
A grande notícia é que ele está de volta. Sim! Ele está de volta. Um novo CD, um novo single, um novo tudo!
Eu comecei a gostar dele de uma maneira muito aleatória: estava ouvindo as músicas de uma pasta que baixei no computador contendo as 500 maiores baladas do rock. La para o número cinquenta e poucos estava "Changes". Se não fosse pra ser, teria passado para a próxima música, mas não, ouvi umas cem vezes seguidas e ainda mostrei pra alguns amigos para eles verem como a música era boa. Depois disso baixei toda a discografia dele. E como resultado, hoje tenho "BOWIE" tatuado no meu pulso.
Também fiquei pensando muito no título da postagem. Achei muito justo colocar o nome do novo single dele. Talvez seja uma estranha forma de agradecer à alguma coisa pelo que aconteceu. Esperava por isso há muito tempo.
Com um novo CD, vem aquela esperança de uma nova turnê. E eu espero muito que isso aconteça. Seria um dos momentos mais marcantes da minha vida.
Algumas pessoas acham esse fanatismo estranho, mas quando você encontra aquilo que tanto procurava, aquilo que te completa em alguma coisa, aquilo que te inspira de uma forma absurda, não tem como não amar.
David Bowie é meu maior ídolo. David Bowie me inspira cada vez mais. A coisa nova que descubro sobre ele.
Eu realmente espero que ele volte, pelo menos uma única vez, aos palcos. Pelo menos uma nova turnê.
David Bowie ontem, David Bowie hoje, David Bowie Sempre.

