4 de novembro de 2013

Postagem Sem Nome

A vida é uma caixa de surpresas.
Esse é um ditado velho, porém muito certo. Eu tenho uma caixa na minha cabeça onde eu guardo os ditados ou frases que precisamos levar para toda vida. Algumas delas estão em algumas postagens aqui do blog.
Hoje eu acabei de ler em um blog algo falando que o dono estava desistindo de postar coisas nele, pois estava cansado de pedir que as pessoas visitassem, não queria mais pedir essa esmola. Realmente, é muito ruim você escrever uma coisa esperando que um bando de gente leia, pense, reflita e comente na postagem o que achou. É bom ter esse feedback. Contudo, não é assim que funciona. A vida nunca é do jeito que a gente quer. Nós não vivemos em um conto de fadas e a realidade é dura de se enfrentar.
Nossa, causei um drama e tanto, falando frases fortes quando o assunto é apenas que o seu blog não tem tantas visitas quanto você queria. Realmente, para quem tem o blog e sabe o quanto é ruim isso, eu não exagerei.
Por exemplo, eu passo por momentos com meu blog. Eu amo escrever aqui. Talvez seja o único lugar onde eu possa me expressar sem medo do que vão pensar. Talvez seja porque ninguém vai ler. Ou porque é o meu jeito de dizer o que eu penso. Mas não é sempre que eu escrevo aqui, eu também passo por esses momentos onde eu fico me perguntando qual a finalidade disso aqui. Qual a finalidade de eu ficar escrevendo textos enormes, expondo tudo o que eu penso, exponho minha vida e dou dicas de filmes para alguém que nunca vai ler.
É claro que eu queria que meu blog crescesse, mas eu não vou parar de postar aqui porque ninguém vai ver. Afinal de contas, a pessoa mais importante vai ler, EU!
Eu procuro não seguir regras, não seguir obrigatoriedades com relação a postagens aqui. Sei que para obter sucesso, tenho que manter sempre atualizado. Mas será que um texto escrito para "manter o blog atualizado" terá a mesma sensibilidade de um texto escrito com inspiração e paixão, como esse? Claro que não.
O que eu posso fazer agora é acreditar que as postagens daqui estão chegando nas pessoas que precisam dela. Tudo na vida tem o seu propósito. Se eu estiver ajudando apenas uma pessoa com as minhas postagens, o meu propósito com esse blog estará completo.
Obrigado.

15 de outubro de 2013

Dia Dos Professores

Hoje, dia 15 de Outubro, é dia dos professores. Deveria ser o dia mais comemorado do mundo. Sem professores, não há nada. Para tudo que se faça na vida, precisamos de alguém que nos instrua, que nos ensine como fazer aquilo e, mais ainda, a sempre melhorar.
Professores fazem parte da nossa vida desde que nos entendemos por gente. Quando tentamos lembrar de alguma coisa de quando éramos pequenos, talvez o nome dos professores seja a primeira coisa que lembramos. Eu lembro de quase todos os nomes dos professores que tive no colégio e na faculdade.
Sem ser só em colégio ou faculdade, também lembro dos professores que tive, seja na aula de música, curso de inglês ou qualquer outro curso que tenha feito.
É indubtável que os professores tem uma função primordial na vida das pessoas. Mais do que professores, muitos deles são nossos amigos. Claro que tem aqueles que são legais, mas não se envol em com o aluno. Porém, também tem aqueles que, de tanto se envolver, parecem que viraram nossos parentes.
Enquanto eu era aluno, adorava quase todos os meus professores. Tinham algubs que eu apenas gostava, mas tinham outros que eu gostava mesmo. Por exemplo, se hoje eu faço matemática na faculdade, agradeça a Denise, que me deu aula dessa mesma matéria no primeiro ano do ensino médio.
Realmente, eu tive professores que nunca esquecerei em toda a minha vida. Posso citar alguns nomes aqui. No ensino médio tiveram a Elaine, de física, a melhor professora de física que eu já vi na vida; a própria Denise e tem um outro professor, que mesmo não tendo tido uma relação muito próxima com ele, me ensinou bastante. Ele conversou comigo após uma briga que eu tive com a diretora do colégio. Ele foi o único que soube falar comigo sobre o ocorrido. Seu nome era Marcelo Bóia.
No ensino fundamental eu tive muitos professores que me marcaram, mas nenhum deles marcou tanto quanto a Mariléa, o brilho do MV1. Ela era amiga de verdade. Até hoje sinto falta das aulas dela. Até hoje ela comenta nas minhas fotos do facebook. Também teve a Kátia, de português e a Benazzi de história.
Não posso me esquecer da Tia Alessandra, que me deu aula do maternal à primeira série do ensino fundamental.
Fora do colégio, meu primeiro professor de música, Wagner, era muito gente boa. Eu chegava para ter aula e ele falava: "Quem está entrando por esta porta? Steve Vai? Jimmi Paige? Mathias Jabs?". Era muito bom ouvir isso.
Anos depois eu iria conhecer a Valéria e o Atyla, que eu já falei sobre na postagem Ídolos.
Também na mesma postagem, eu falei sobre o Cadu. Agora também tem a Karina, que além de ser ótima professora, é muito maneira.
Na minha faculdade, a única professora que ajudou na minha formação como pessoa foi a Simone, minha orientadora. Ela é o cara! Porém, também tem a Kátia Frensel. Ela também é super gente boa e, se pudesse, puxaria todas as matérias com ela.
Eu só tenho a agradecer a todas essas pessoas por me ajudarem a ser quem eu sou hoje. Obrigado por todo ensinamento. Obrigado por me tornar uma pessoa melhor.

2 de outubro de 2013

A Torre Negra

Nesta postagem, eu vou falar sobre uma das séries de livros mais cultuadas de todos tempos: A Torre Negra.
Ao total, são sete livros, mas, nesse ano, em 2013, saiu um novo livro no mundo da Torre Negra. Acho que acontece em paralelo com algum dos sete livros anteriormente publicados.
Eu já conheço esses livros há um bom tempo, mas eu só comecei a ler no ano passado. Eu não tinha lido antes porque os livros são muito caros, porém, um dia, saiu uma promoção louca no Submarino vendendo todos os sete livros por um preço muito bom. Cada livro saiu pela metade do preço, quase. Quando me deparei com esta promoção, comprei na hora.
Eu procurava sobre a história dos livros pela internet, mas não sabia ao fundo como seria, como era a escrita do autor, Stephen King, que vou falar a seguir, pois nunca tinha lido nenhum livro dele. Logo, eu comprei os livros de olhos fechados. Foi um risco e tanto, mas valeu muito a pena, pois, se tornaram os melhores livros que ja li em minha vida.
Eu não consigo separar cada livro, considero todos os sete como sendo apenas um. Um livro gigante! Porém, muito bom e muito bem escrito.
Resumidamente, conta a história do Pistoleiro Roland e sua jornada até a misteriosa Torre Negra, centro de todo tempo e espaço. Tudo acontece em um mundo pós-apocalíptico, mas existem outros mundos, vocês vão ver. Para tal missão, Roland contará com a ajuda de Susannah Walker, Eddie Dean e Jake Chambers.
O primeiro livro, O Pistoleiro, talvez seja o pior. Ele é chato, para falar a verdade, mas é super importante para a continuação da história. O segundo livro, A Escolha Dos Três, é onde a "história começa". Você conhece os personagens principais e fica cada vez mais curioso com o que vai acontecer. O terceiro, Terras Devastadas, é um dos melhores da série. Ele é dividido em duas partes e, cada uma é ótima. Mas confesso que prefiro a segunda. O final deste livro é um pouco estranho, mas deixa você querendo cada vez mais ler o quarto. Este, Mago e Vidro, é o melhor da série até agora. Ele "encerra" o que começou no terceiro e viaja pelo passado do personagem principal, Roland Dechain, o melhor personagem já criado. O quinto livro, Lobos De Calla, é uma tensão só, o Ka-tet do pistoleiro (o mais próximo significado de Ka seria destino, e Ka-tet significa um grupo de pessoas destinadas para estar juntas) precisa lidar com tretas no mundo deles, no nosso mundo, lidar com o cara que mais se aproxima com o vilão da história e um problema que começou no terceiro livro, mas ninguém percebe.
Eu só li até o quinto livro, pois, enquanto lia esta série, li alguns outros livros e também não tive muito tempo, mas pretendo terninar o mais rápido possível.
Eu ia falar um pouco sobre o Stephen King, meu autor preferido, mas como esta postagem já está muito grande, fica para a próxima.
O homem de preto fugia pelo deserto e o pistoleiro ia atrás.

21 de setembro de 2013

Teoria Racional Das Coisas

O que fazer quando a sua vida está no meio de um nó, sem previsão de melhorar? O que fazer quando tudo que você faz na sua vida começa a não fazer sentido algum? E o que fazer quando você não sabe o que fazer para mudar tudo isso? Abaixo eu vou tentar responder responder essas perguntas. Não uma resposta geral, pois elas serão analisadas apenas por um ponto de vista, o meu, mas tentarei mostrar alguns lados do pensamento.
Por mais que eu sempre fale para seguirmos a nossa felicidade, eu sou bastante racional. Eu sou capaz de manter uma coisa que me faça mal por algum tempo, justamente por achar que aquilo é o caminho certo. E eu só acho que aquele é o caminho certo porque todos ao meu redor falam que ele é. Eu continuo na mesma até não aguentar mais. Ai eu exlplodo e paro.
Por exemplo, esta semana eu me vi em uma situação que me deu um desespero do caramba. Eu estou completamente desestimulado em dar aula no colégio que trabalho, mas não via outra opção pra minha vida, já que não queria continuar estudando para fazer um mestrado, doutorado e conseguir algo melhor. Conversei com meu pai, com minha orientadora na faculdade, com minha cachorra e até com meu video game e não chegava a lugar nenhum. No dia seguinte eu parei para pensar sobre esse assunto e finalmente pude ver uma saída, muito racional, por sinal. Porém, essa "saída" não vai ser muito vantajosa para mim agora, vou ter que me esforçar bastante por mais um ano na faculdade, mas, no futuro, vai fazer uma grande diferença. Decidi fazer um mestrado em matemática, assim, não precisarei dar aula em escola e passar por todos os problemas que todos sabem que os professores passam.
Essa foi uma saída racional, pensando bastante no futuro. Contudo, eu poderia muito bem terminar a faculdade, dar aula aprnas em escola, e tentar outra faculdade que eu queira. Porém essa é mais arriscada.
Uma coisa que a minha orientadora sempre fala é qual o nosso projeto de vida para daqui a três anos? O que a gente quer ser, o que quer estar fazendo, que projetos estarão concluídos, que projetos a concluir? Precisamos ter um foco, mas agora o caminho para chegar neste foco, é escolha sua.
Se você seguir pelo caminho mais fácil agora, no futuro, ou bem próximo ou bem longe, ou daqui a três anos, você vai se perguntar se realmente foi a escolha certa a tomar. Será que você vai ter a mesma capacidade, o mesmo apoio, a mesma motivação? Bem difícil de acontecer.
Se você não "sofrer" agora, vai "sofrer" depois.
Foi nisso que pensei ao decidir fazer um mestrado. Passarei um perrengue para estudar para as matérias no primeiro ano, mas depois, ficarei tranquilo. Ao terminar, estarei com 24 anos, espero, na flor da idade, bonito e gostoso para seguir na carreira musical ou qualquer outra que queira. A única diferença, é que estarei com um emprego suporte com um salário significativamente maior.
Eu disse que iria mostrar os lados do pensamento de escolha para responder as três perguntas, porém eu só falei da racional. Não que essa seja a melhor forma de se pensar, mas é aquela que as pessoas com mais experiência vão querer que a gente escolha. Principalmente aquelas que nos querem bem.

20 de setembro de 2013

Rock in Rio

Eu tinha escrito uma postagem inteira sobre este assunto no sábado, logo após o show do Bruce Springsteen. Depois ter assistido aquele show apoteótico pela televisão. Aquele que seria o melhor show da minha vida, aquele show que entraria para o meu currículo.
Eu tinha escrito a postagem, mas como eu estava no sítio e a internet 3G lá é uma porcaria, eu a perdi. Seria uma das postagens mais emocionantes do blog. Imagina só! Eu estava com a emoção a flor da pele, pois tinha perdido um dos shows que entrou pra história do Rock in Rio.
Até esse ano, só teve um show que eu me arrependi de não ter ido: Rush. Eu não tive companhia para ir comigo, por isso não fui. Tirando esse, todos os shows que eu quis ir, eu fui! Agora, ao lado de Rush, tem Muse e Bruce Springsteen.
Eu não sou um fã incondicional nem de Muse nem de Bruce Springsteen, tanto é que nem acompanhei os últimos albúns do Muse e só conheço os principais albúns de Bruce, mas após esses dois shows emocionantes (pelo menos para mim), eu vou transformar Bruce e Muse no nível David Bowie, Scorpions e Kelly Clarkson na minha vida.
Agora a única coisa que resta é esperar o Rock in Rio 2015. Esperar que venha de novo esges artistas que eu tanto me arrependi tanto de não ter ido. Esperar que venham estes e outros, como Miley Cyrus.
Eu não sei se é uma vergonha falar que gosto de Miley, mas, desde que assisti o filme com ela, A Última Música, comecei a gostar dela. Espero que ela venha.
Eu acompanhei o começo de Muse, comprei os cds, só parei nos últimos dois. Agora vou procurar todos os que ainda não vi.
Dentre todos os shows que tiveram esse ano, acho que o melhor de todos foi o do Bruce Springsteen. Eu não gosto tanto de Bon Jovi como os outros brasileiros, que o veneram como se fosse a melhor banda de rock do universo, mas eu gosto de algumas músicas sim! Algumas eu gosto muito, mas nada demais. Talvez por isso eu não tenha achado o show dele aquilo tudo que falaram.
Outro show que eu também gostei muito, foi o da Beyonce. Dentre todas as artistas pop que já subiram naquelenpalco, Rihana, Katy Perry, ninguém se compara com ela. Tirando também que todas as músicas são sucesso. Não tem como fazer um show ruim onde todas as músicas são singles.
Embora tenha achado que o show do Bruce foi o melhor, o melhor dia foi o 14 de Setembro, com Muse, Florence e 30 seconds. Nesse dia, o placo sunset arrebentou desde o começo, e foi só porrada até o encerramento com Knights of Cydonia, com Muse no palco mundo. Que arrependimento de não ter ido esse dia... Lembrando a todos que acompanhei tudo pela televisão. Assistir um show ao vivo é completamente diferente, principalmente com toda energia do Rock in Rio. E outro fator que conta é assistit um show do seu artista preferido num lugar como o Rock in Rio. Logo, se torna o melhor show da sua vida.
Em 2015, vou em todos os dias!

17 de setembro de 2013

Postagem Estereotipada

Cada pessoa tem o seu jeito de ser. Cada pessoa leva a sua vida do jeito que bem entender, e, esse modo que ela conduz sua vida, não precisa ser aquele que julgamos o certo ou o mais adequado. Como vivo falando aqui, não importa como você vive, o importante é ser feliz. Porém, isso traz imagens ruins para a gente.
Um dia, enquanto estava no colégio que eu trabalho, estava lendo algumas provas de português e, em uma delas, tinha um texto falando sobre esteriótipo. Falava sobre a imagem que é passada do Brasil para o exterior, se o Brasil que veem lá fora é o mesmo país em que vivemos, com relação aos problemas políticos, crimes, assaltos e a felicidade que o povo daqui tem.
Claro que nosso país é estereotipado (todos são!) e nós sabemos muito bem o porquê. Na prova, pedia para o aluno discorrer em três frases, argumentos concordando ou não com o estereótipo que o Brasil tem lá fora.
Bom, como todos sabem, eu não estou fora do Brasil para saber qual é a imagem que passamos para o povo de outras nações. Contudo, acho que temos em mente com certa clareza qual é. 
A primeira imagem que eu acho que o povo brasileiro tem é de ser feliz. Eu já vi uma reportagem falando que o povo brasileiro é o povo mais feliz do mundo! Olha que beleza, todos aqui no Brasil vivem felizes. Logo, qualquer pessoa que vier para cá, vai procurar essa felicidade toda. Será que eles vão ver essa felicidade? Se forem à praia, verão pessoas felizes, tomando água de coco ou Whisky, porque para eles tanto faz, batendo a sua bolinha. Porém, se repararem o caminho que fizeram para chegar a praia, repararão que só encontraram a felicidade quando chegaram na praia. Aqui no Rio de Janeiro, qualquer caminho que você pegue para ir para uma praia, você passa por uma comunidade carente. Lá pode ter até muita gente feliz, mais do que em qualquer outro lugar, mas um turista de país de primeiro mundo, vai olhar para aquele lugar e vai pensar que ali é um lindo lugar para se viver? Claro que não.
As pessoas que pegam três ônibus para irem para o trabalho, demorando cerca de três horas de viagem de ida, e mais três, ou mais, de volta. Essas pessoas fazem parte da felicidade que estavam falando?
Acho que a palavra certa não é nem "felicidade". A certa seria "acomodado". O povo brasileiro é muito acomodado com a sua realidade. Se não está bom, beleza, pelo menos não está pior. Se eu não tenho o que comer, beleza, pelo menos eu poderia estar com fome e torcendo para um time que está na zona de rebaixamento do campeonato brasileiro. Eu posso não ter um emprego, mas pelo menos eu não sou um desempregado com fome que torce para um time que está na zona de rebaixamento do campeonato brasileiro. Se estamos passando por momentos ruins, que bom que não estamos passando por momentos piores.
Acho que esse seja o maior estereótipo do povo brasileiro. Somos estereotipados assim até mesmo pelos próprios brasileiros, como vocês acabam de ver acima, eu dizendo o que acho do povo da minha própria nação. 
Essa não é a única imagem que o brasileiro passa, temos muitas outras, mas cabe a nós decidirmos se esses estereótipos vão ditar a nossa vida, ou se vamos seguir o nosso próprio instinto. 
Na aula de hoje, o professor disse que ele não tinha uma ementa para seguir na disciplina, ele só tinha o primeiro tópico que ele iria abordar. A continuidade da matéria ele iria decidir conforme o desenvolver do curso. Depois disso, ele concluiu dizendo que devemos traçar o nosso caminho enquanto estamos caminhando. Esta é a melhor maneira de seguirmos pelo melhor caminho. 
Melhor para a gente, é claro.

3 de setembro de 2013

Leitura e Imaginação

Eu adoro ler. Lendo, eu consigo viajar para novos lugares, consigo conhecer gente nova, conhecer novas personalidades, presenciar inúmeros acontecimentos e muitas outras coisas.
Claro que eu abusei das metáforas ai em cima, mas, realmente, é isso que acontece.
Eu amo filmes, se pudesse, assistiria a todos os filmes que existem, porém, no filme, você conhece o rosto dos personagens, você consegue ver um ator dando vida para ele, e, apartir daquele momento, você só conseguirá imaginar aquele personagem com o rosto, o corpo, as características daquele ator.
Algumas pessoas acham isso muito bom. Hoje mesmo um amigo meu comentou que prefere assistir os filmes baseados nos livros e depois ler o livro, porque assim eles conseguem imaginar melhor os personagens e os lugares. Já eu, acho que não. Você ler um livro sem ter a mínima ideia de como são os personagens é muito melhor.
Normalmente, os autores não descrevem perfeitamente os personagens. Acho que eles fazem isso justamente para os leitores não terem uma imagem na cabeça, cada um imagina o personagem de acordo com o que entende da descrição do autor. Cada um tem uma imagem.
Sem ter uma imagem na cabeça, sua imaginação vai muito mais longe.
Tem certos livros que nos fazem imaginar mundos diferentes, coisas sobrenaturais, criaturas, etc. Um grande exemplo é Nárnia. Você ler Nárnia (qualquer livro) automaticamente te transporta para um mundo fantástico, com criaturas exóticas, lugares, coisas que fazem você exercitar muito a sua imaginação.
Eu também citaria Harry Potter ou Senhor dos Anéis, mas iria contra o que eu falei aqui em cima. Quem consegue imaginar o Harry sem ser o Daniel Radclif? Quem consegue imaginar o Gandalf sem ser o Ian Mckellen? Realmente, é impossível.
E para falar a verdade, eu só citei Nárnia porque é o livro que eu mais gosto! Nárnia também tem versões para o cinema, mas não todos. Eu não consigo mais imaginar os irmãos Pevensie sem ser aqueles do filme. Na adaptação do "Peregrino da Alvorada", eu tomei um susto quando vi o Eustáquio. Acho que todos tomaram. Eu tinha uma imagem totalmente diferente dele na minha cabeça. No quinto livro, "A Cadeira de Prata", tem o Brejeiro. Imaginar o Brejeiro é um exercício para a mente.
Para vocês terem noção, eu li os sete livros em quatro dias. Tá que não é um grande feito, pois, juntando todos, deve dar por volta de oitocentas páginas. Porém foi o livro que li mais rapidamente.
Outra sequência de livros que eu também estou gostando muito, é A Torre Negra, do Stephen King. É muito bom! A história é fantástica e estimula muito a sua imaginação.
Mas, afinal, qual livro não estimula a sua imaginação?

31 de agosto de 2013

Séries de TV 2

Com essa postagem vou dar continuidade a uma que postei há bastante tempo atrás, que eu falo de séries de tv, como já para saber somente lendo o título da postagem.
Eu não vi muitas séries desde aquela postagem, pois eu não procuro muito ver séries. Não que eu não goste de ver séries, mas eu prefiro ver filmes. Eu prefiro mergulhar num filme, que dura, aproximadamente, duas horas, do que acompanhar uma série, que tem por volta de vinte, vinte e dois episódios. Cada um com duração de quarenta, cinquenta minutos.
O que eu também não gosto em séries é que eu sou muito ansioso. Eu sempre quero saber muito do que acontece depois, e isso é o que geralmente acontece em todas as séries. Elas fazem de tudo para te prender na trama e elas sempre acabam no melhor momento do episódio. Ou seja, cada episódio que passa é um inferno de ansiedade para mim. Esse é um dos motivos que me faz não ligar para spoillers, e pior, procurar spoillers na internet.
Falando em prender na trama, procurando saber sempre o que vai acontecer depois, a primeira série que eu vou indicar aqui é a série que mais me fez pensar, mais me fez querer assistí-la para acabar mais rápido e chegar no final mais famoso de todos, a série que mais me deixou ansioso na minha vida: Lost.
Quando eu era menor, um amigo meu, que era muito estranho, via Lost e falava que era muito bom. Logo, na minha cabeça, eu fiz uma conexão maluca que quem assiste Lost é estranho. Isso me fez evitar Lost por um bom tempo. Até que uma amiga me falou tão bem dessa série, que me fez ficar curioso e, finalmente, parei para assistir.
No começo eu achei normal, sem nenhum atrativo, mas depois, do meio da primeira temporada em diante, ficou muito bom.
A série trata de convivência humana em situações extremas. Ou, pelo menos, era disso que tinha de se tratar. Porém, conforme passam as temporadas, essas tretas da convivência ficam em segundo plano total por causa dos intrigantes mistérios que cercam a série.
Imagina você em um avião de boa. Do nada, no meio de uma turbulência sinistra, a parte de trás do avião se separa da parte da frente, o avião cai em uma ilha muito linda. Só que assim que vocês chegam nessa ilha, alguma coisa começa a arrancar árvores, fazendo um barulho estranho do caraca. Eu surtaria na hora.
Essa série é uma das melhores que eu já vi. Vários amigos me falavam que ela perdia o foco, porque ficava muita viagem, muita coisa sem explicação, que não conseguiam mais ver... Só tenho uma coisa para falar para eles: eu adoro viagem! Vocês tem noção do que é ver seis temporadas em menos de um mês? Então, vejam a minha ansiedade em saber qual seria o final de Lost.
Desperate Housewives é a minha série preferida, mas Lost não está muito atrás não. E sobre o final, o mais famoso de todos, é bem justo com a série.
Acabei falando muito de Lost que nem sobrou muito espaço para falar de outras. Vou falar de mais uma só.
Eu não conheço muitas séries brasileiras, muito menos uma série brasileira que alguém fale que é boa. Então, se isso também acontece com você, vou indicar uma brasileira agora.
O nome da série é Descolados. Talvez o nome não chame muita atenção, mas é muito legal. Quando acabei de ver (em um dia, por sinal) me deu uma vontade imensa de sair de casa e dividir apartamento com algum pessoal bem louco lá perto da minha faculdade. Até hoje eu tenho essa vontade.
Essa série define muito bem a vida que todo jovem gostaria de ter; sem muita responsabilidade; muitos amigos; saídas e muitas outras coisas. Ela retrata muito bem isso. Tirando que tem um episódio que eles falam de David Bowie várias vezes.
Talvez eu goste dessa série pelo fato de eu não ter superado ainda o fato que eu cresci, virei adulto, não sou mais adolescente. Talvez seja até por esse motivo que eu voltei para o colégio que eu estudei. Mas, com todo esse papo de adolescente, a série fala sobre adultos vida loka que dividem um apartamento em São Paulo, sendo que cada um tem o seu "problema". Um deles finge que está em Londres para os pais, pois, ao chegar em Londres, foi deportado porque encontraram uma ponta de maconha no bolso dele. Eu super indico essa série.
Eu iria indicar mais uma série aqui, mas é melhor deixar para o "Séries de TV 3".

25 de agosto de 2013

Criatividade

Todos nós somos criativos. Todos nós temos uma mente bastante desenvolvida que pode criar diferentes universos, com diferentes pessoas, diferentes tramas e muitas outras coisas. Na nossa cabeça, tudo acontece da forma que queremos, nós ditamos o caminho que cada coisa deve seguir, o que cada pessoa deve fazer, imaginamos falas, ações, máquinas, qualquer coisa que queremos. Essa nossa capacidade é mais que um dom, é uma dádiva!
Podemos ver tudo isso na quantidade de livros, filmes, séries, novelas e muitas outras coisas que existem. Somente uma pessoa tem vários livros escritos, e, cada livro, tem uma trama completamente diferente da outra. A nossa mente é a fonte da vida. Tudo que existe, um dia foi uma ideia. Essa ideia foi sendo estudada, posta em prática, desenvolvida e hoje nós somos capazes de usufruir dessa coisa, que um dia foi apenas um sonho.
Ser criativo é mais do que criar coisas novas, é poder melhorar aquilo que já existe. Essa frase foi dita em uma aula de português que uma amiga minha teve, e tem muito significado se formos analisar ao fundo.
Ja dizia um velho ditado que nada se cria, tudo se copia. Sim, isso pode ser até verdade. Em filmes e livros podemos ver como os clássicos influênciaram de forma significativa nos novos, que saíram depois deles. Isso não é uma cópia, mas sim uma melhoria do que já foi feito. Por exemplo: eu, Thiago, um grande diretor de cinema, vejo um filme que tem uma cena de assassinato muito boa, mas, pra mim, acho que se tivesse sido focado nas expressões da vitima e não na quantidade de sangue que jorrava pelos ares, a cena teria sido muito melhor. Assim, eu, no meu novo filme, coloco uma cena onde acontece um assassinato do mesmo jeito do filme, porém, ao invés de focar no sangue jorrando, eu foco nas expressões da vitima, nos movimentos dela durante o acontecimento. Eu acho que assim o filme fica muito mais bonito e, ao invés de forçar uma popularidade, chama atenção pela sua beleza.
Também podemos ver isso na quantidade de regravações que tem um filme ou no número de versões que um livro tem para o cinema. Cada uma delas mostra um jeito diferente que cada pessoa entendeu, quis passar para o público.
Cada pessoa tem uma maneira diferente de ver ou entender alguma coisa. O jeito que ela pretende passar a mensagem, a levada que ela vai conduzir a situação, seja na regravação de uma música, remake de um filme, contar uma história... Existem diferentes maneiras para você mostrar a sua criatividade, o único impecilho é a vontade de passar essa mensagem.

13 de agosto de 2013

Férias

Férias é o melhor período da vida de qualquer pessoa. Durante o tempo em que estamos trabalhando, nos esforçamos para fazer o melhor de nós. Isso nos deixa cansado físicamente tanto quanto mentalmente, e o cansaço mental é o pior, com certeza. Eu nao sei se existe uma expressão chamada "cansaço mental", mas eu acho que sim.
Quando estamos cansados fisicamente, descansamos, dormimos, em um fim de semana estará tudo bem, mas cansaço mental é difícil se recuperar, e leva tempo. Para isso que existem as férias.
O cansaço mental nos impede de dar o nosso máximo no trabalho, no estudo, no que estivermos fazendo. Nos desmotiva, nos deixa tristes, nos faz pensar se aquilo que estamos fazendo realmente é o certo a ser feito e, principalmente, nos deixa irritado. Por isso, quando as férias se aproximam, começamos a fazer planos, imaginamos coisas para fazermos, sonhamos com várias coisas que podemos fazer durante este período, por mais curto que seja.
Eu acredito que se sairmos da nossa rotina por um certo tempo - que não seja dois dias, porque se não um fim de semana resolveria sua vida - conseguimos amenizar esse cansaço mental. Podemos até ficar mais cansados fisicamente, o que é muito provável, mas estaremos tranquilos por ter feito aquilo que queríamos fazer, e não aquilo que somos obrigados a fazer todo dia.
Sair da rotina é preciso. O cansaço mental pode não ser apenas relacionado à um trabalho, pode ser também a uma faculdade, uma obrigação semanal, diária que você tem.
Quando o assunto é trabalho, é bem complicado sair da rotina, pois é uma responsabilidade que temos e não podemos sair. A solução para evitar o cansaço mental no trabalho é você transformar daquele inferno um lugar menos infernal. Ou seja, aceitar que não tem jeito de mudar e encontrar alguma coisa que transforme aquele lugar em uma coisa um pouco melhor. Por exemplo, na minha faculdade, como eu sempre digo aqui, não gosto, porém eu escolho algumas matérias que eu me saia melhor para estudar mais, me dedicar mais. Não que isso me faça gostar dela, mas me faz suportá-la.
Teve uma época em que eu não tinha vontade de fazer nada. Não queria estudar, ir para as aulas de música, boxe, faculdade... Estava cheio de coisas para fazer, tinha pouco tempo para ficar vagabundeando por ai. Claro que temos que trabalhar, fazer nossos cursos e outras coisas, mas aquele tempo que você reserva para você não fazer nada, ficar deitado na sua cama olhando para o teto, sem pensar em nada é super necessário.
Chamando de férias, tempinho de vagabundagem, sonequinha do dia ou tirar uma tripa lombeira, todos tem o mesmo significado e todos levam a um resultado: descansar. E isso é essencial para uma vida saudável e normal.

7 de agosto de 2013

Ídolos

É muito fácil termos uma pessoa que gostamos tanto, que tentamos fazer das experiências de vida dela, um exemplo pra nossa. Queremos fazer da nossa vida algo que se aproxime do que essa pessoa fez. Admiramos tudo que ela faz, somos verdadeiros fãs. Esses são nossos ídolos.
É bem comum esse nosso ídolo ser uma pessoa famosa, muito bem sucedida em sua carreira. Como um exemplo, eu digo que o David Bowie é o meu ídolo. Não só o David Bowie, como também o Lou Reed, Brian Eno e o Eric Clapton. São muitos ídolos, mas esses são os principais. Eu sou tão fã do David Bowie, que os meus amigos quando veem alguma coisa relacionada a ele, lembram de mim no mesmo momento. Eu lembro que no dia que ele anunciou seu novo álbcum, depois de dez anos parado, o Jornal da Globo fez uma reportagem sobre ele. Nesse dia, eu recebi umas dez mensagens avisando sobre a reportagem. Muito legal isso. Infelizmente não tem chances de ir à um show do Brian Eno. Lou Reed então, quase impossível. Estou com uma esperança do caraca do  David Bowie acordar e, do nada, falar: "Vamos fazer uma turnê desse novo álbum e passar pelo Brasil!". E sobre o Eric Clapton, no show dele, ano passado, chorei mais do que quando vi "Laços de Ternura". 
Mentira, impossível! 
Eu falei muito sobre o que eu não queria. Eu queria apenas falar um pouco sobre meus ídolos famosos, mas queria falar sobre os meus ídolos que não são famosos. Pra mim eles foram e são cruciais na minha formação, seja em qualquer área que eu seguir. Claro que meus pais são meus maiores ídolos, sem eles eu não seria nada, mas não vou falar deles, eles já sabem tudo que eu sinto por eles.
Eu sempre digo que caso eu seja reconhecido em qualquer uma das coisas que eu faço, eu sempre vou ter quatro pessoas para agradecer. Sem essas pessoas eu não teria aprendido nada que eu sei hoje, seja na música, na matemática, na vida mesmo. Essas pessoas são a Valeria, minha professora de canto, Atyla, meu professor de guitarra, Cadu, meu professor no curso de inglês e a Simone, minha orientadora na faculdade.
Eu falo pra Valeria que eu prefiro pagar a aula dela do que uma psicóloga. No decorrer da aula, a gente mais conversa do que treina. Mesmo que eu não seja um cantor ou vocalista de alguma banda, eu sempre vou agradecer à Valeria por todas as coisas boas que ela já me disse e por todo apoio que ela me deu e me dá até hoje. 
O Atyla é foda. Um dos melhores guitarristas que já vi. Me apresentou "O FODÃO" Tom Jobim. Graças à ele canto "Luiza", do Tom, toda hora da minha vida. Canto "Corcovado" toda vez que pego o violão. Mesmo que eu não seja reconhecido na música, sempre que pegar um violão ou uma guitarra, lembrarei dele.
O Cadu é muito maneiro! Sabe aquela pessoa que tu se identifica pra caramba. As maiorias das coisas que ela fala, você assente porque realmente você compartilha da mesma opinião ou sentimento ou ideologia de vida. Sabe isso? Então, essa pessoa é o Cadu. Tirando que ele melhorou meu inglês duzentos por cento. Toda vez que ele vai tirar alguma dúvida comigo, sempre surge um assunto e gera uma discussão do caraca e estudar que é bom nada. 
A Simone, Simone Dantas, é uma das pessoas mais responsáveis que já conheci. Ela me ensinou o que é ser responsável, me ensinou a ser um profissional. Tudo que eu aprendi com ela, levarei para toda minha vida profissional. Tenho muito para agradecer à ela. Talvez para ela, eu seja apenas mais um de tantos alunos que ela já orientou em toda carreira dela, mas pra mim, ela é "A" Simone Dantas, minha ídola. 
Claro que eu tenho outros ídolos, mas esses quatro são os principais, com certeza.
O que eu queria passar com esta postagem, é que vocês sempre tem que ter alguém para admirar, para poder pegar os exemplos de vida dela e aprender. Ver onde ela errou e tentar acertar. Ver onde ela acertou e buscar acertar, como ela!
Afinal, para isso servem os ídolos.

4 de agosto de 2013

Leis Da Vida

Estava vendo o meu facebook, no meu feed de notícias, até que vi essa foto que está anexada aqui em baixo. Assim que acabei de ler, reparei que essa é a minha ideologia de viver bem. Essa é a mensagem que eu sempre quero passar no meu blog. Então pensei: vou colocar esta imagem no meu blog para passar, com uma imagem só, uma boa parte das mensagens que eu quero passar aqui.
O texto não vai ser muito grande, até porque não estou com muita inspiração para escrever, mas achei que seria muito válido postar esta foto aqui.
Também quero pedir desculpa pelos erros que as últimas postagens estão tendo. Por exemplo: ao invés de escrever "um", está escrito "hm". Esses erros estão acontecendo porque, nesses últimos dias, estava muito ocupado, e escrevia os textos do meu celular. Mas sempre que reparava o erro, consertava.
Espero que vocês peguem estas leis para a vida de vocês.

31 de julho de 2013

Um Ano De Blog

No dia 22 de Julho o blog completou um ano. Há um ano atrás eu estava todo animado com o blog, falava com uma amiga minha todos os meus planos com o blog, sonhava em atingir um, mesmo que pequeno, sucesso, com postagens super legais que cbamassem a atenção das pessoas. Queria escrever sobre filmes, música, qualquer coisa que eu julgava que seria chamativo para o blog, aquilo que podia fazer pessoas gostarem do que acabou de ler e indicasse para um amigo. Porém, em um dado momento que não lembro qual, fiz uma postagem chamada "Sonhos", uma das postagens que mais gosto. Nela, eu escrevi hma frase que mudou minha vida daquele dia em diante: "Corram atrás e vivam". Sim, dali em diante eu decidi que esse seria o lema da minha vida, correr atrás e viver.
Meus amigos elogiaram bastante essa postagem, e, naquele momento, eu percebi que o blog não seria para colocar somente coisas legais para chamar atenção. Seria um lugar onde eu poderia falar tudo o que eu penso sobre variados assuntos, sem ter mais aquela ambição de agradar a todos e transformar do meu blog um sucesso.
Um ano se passou e eu não consegui transformar esse blog em um sucesso. Em um ano eu devo ter conseguido o número de visualizações que um blog famoso recebe em uma hora. Ou menos. Mas eu não estou triste com isso. Claro que eu gostaria que meu blog atingisse um certo nível de sucesso, mas não é a minha prioridade.
Algo que eu sempre prrservei no blog, foi o formato de um caderno, uma folha de papel, onde qualquer um poderia escrever. Eu mantive esse formato desde então, porque isso para mim não é um blog, é um diário. Tudo que eu falo aqui é, realmente, o meu pensamento.
Hoje, com quase 50 publicações, vários assuntos abordados, experiências discutidas, eu tenho muito orgulho do que eu fiz e vou continuar fazendo.
Escrever aqui me deixa muito feliz, principalmente quando alguma postagem recebe algum comentário. Leio e releio várias vezes.
Para finalizar este texto, eu gostaria muito de agradecer a todas as pessoas que um dia passaram por este blog, sem querer ou não. Aos meus amigos que me ajudaram com o blog. As pessoas que me inspiraram prara algumas postagens. E também àquela mulher que eu encontrei na van, que eu disse na postagem "Lógica Fuck". Ela abriu meus olhos para o mundo. Ela me disse que o certo é aquilo que você gosta, não aquilo que a sociedade julga certo. Não lembro o nome dela, mas vou lembrar dela sempre em minha vida.

29 de julho de 2013

Uma Encruzilhada Chamada Escolha

Em vários momentos da nossa vida, é preciso fazer escolhas. Precisamos escolher o que queremos para os anos seguintes, o que planejamos para o futuro e ainda pensar se essas escolhas são as melhores possíveis. Se são capazes de fazer o melhor da nossa vida. Infelizmente, a maioria delas são feitas quando somos muito novos. Esse momento de decisão do nosso futuro se dá quando estamos saindo da adolescência, onde tudo ainda está muito irreal para a gente.
Normalmente, saímos do colégio com 17, 18 anos, e é nesse momento que precisamos escolher o que queremos fazer na faculdade. Poucos adolescentes tem a maturidade necessária para fazer tal escolha. Eu mesmo tenho muitos amigos que fazem (alguns já terminaram) administração por não ter a mínima ideia do que queriam fazer. Eu mesmo escolhi fazer matemática e hoje não estou muito contente. Imagina o que é um adolescente de 17 anos ter de fazer uma escolha que muda toda a sua vida!
Infelizmente, mais uma vez, essa não é a única escolha que temos de fazer em nossas vidas. Seja qual for a situação, escolher é uma furada terrível.
No meu caso, quando isso acontece, eu fico imaginando o que poderia ter acontecido caso tivesse escolhido a outra opção. Eu, com certeza, vejo os lados positivos e negativos, penso se poderia ter dado certo, penso em tudo que seria diferente. Isso é uma droga. Eu não gosto de ficar pensando naquilo que poderia ter acontecido. E o pior, me arrepender de não ter escolhido a outra opção.
As vezes, quando vemos algum filme que fala sobre esse tema, ele sempre mostra para o principal que a escolha que ele fez não foi a melhor. Se ele tivesse "ido para o outro lado", seria mais feliz, teria mais amigos, teria uma relação melhor com a família, etc. Talvez isso nos force a pensar mais em todas as decisões que tomamos. Um filme que sempre vem à minha cabeça quando penso nisso é "Um Homem De Família", com o Nicholas Cage, onde um homem solitário dorme, e quando acorda, está em uma realidade totalmente diferente da sua, com uma mulher, filhos, amigos, tudo que ele não tinha antes. Essa nova realidade mostra para ele o que teria acontecido na sua vida caso ele tivesse escolhido ficar com a namorada dele ao invés de uma proposta de emprego irrecusável.
Alguém desistiria de uma proposta de emprego que poderia te dar uma total estabilidade financeira por causa de um amor adolescente?
Eu trocaria sem nem pensar duas vezes!
Várias vezes nos vemos em uma encruzilhada. Nossa vida é uma encruzilhada. Para qualquer lado que olhamos, sempre tem uma rua para você seguir. As consequências de andar por este caminho aparecem conforme o tempo passa.
Viver, nada mais é do que fazer escolhas. Temos que sempre estar preparados para fazer as melhores possíveis. Mais além, precisamos estar maduros para escolher bem. Mas será que somos maduros para fazê-las? Será que estamos.preparados para fazê-las?
Eu acho que não.

17 de julho de 2013

Medo

Já fiz uma postagem com esse tema, mas foi em uma época que eu não tinha ideia do que fazer com esse blog, tudo que eu queria era chamar atenção com postagens de entretenimento, bobas ou não, mas totalmente diferente da proposta atual do blog. Como eu estou passando por uma fase que o medo está mais presente do que tudo, e também tenho alguns amigos que me falaram sobre o medo que sentem, resolvi escrever sobre isso aqui.
Tá que eu não sou a pessoa mais indicada para falar sobre esse assunto, até porque não tenho nenhuma base de estudos para falar sobre nada aqui, tudo que escrevo é com base nas minhas vivências e nas vivências dos outros. Perceberam o medo escondido por trás dessa explicação? Acredito que sim.
O medo nos impede de fazer várias coisas que podem ser muito boas em nossa vida. Quantas coisas você já deixou de fazer por causa do medo? Quantas coisas eu deixei de fazer por causa do medo! Porém, seguindo a lógica da postagem "Lógica Fuck", medo não faz sentido.
Beleza, mas por que sentir medo não faz sentido? Simples. Porque nós estamos vivendo. Viver requer muita coragem. Um dia eu vi uma foto dizendo que tem pessoas que não vivem, apenas existem. Se você não arriscar, ousar, "mergulhar de cabeça em um rio, mesmo sem saber o que vai encontrar", nada fará sentido na sua vida. Imagina o que é viver a vida onde nada de inesperado acontece. Na física, quando estamos estudando Trabalho, quando o Trabalho é realizado por uma força interna (peso, normal, etc.), o Trabalho é positivo. Quando é realizado por forças externas (força elástica, atrito, etc.), o Trabalho é negativo.
O que eu quis dizer com isso é que se as coisas inesperadas que acontecerem na sua vida dependerem de outras pessoas, o seu trabalho vai ser negativo. Caso contrário, positivo.
Beleza, sei que essa comparação foi um pouco forçada e um pouquinho ruim, mas eu precisava usar minha formação em matemática para alguma coisa.
A mudança tem que partir da gente, se quisermos fazer alguma coisa, não deixemos que fatores externos nos impeça de fazer, não vamos criar situações onde o problema sempre vai aparecer.
Eu costumo falar uma frase (que não tem sentido algum, mas é muito boa) que diz assim: "O que acontecer, irá acontecer".
Algumas pessoas acreditam em destino, e tem aquele ditado que conforta qualquer tipo de vagabundo, que diz que se ainda não deu certo, é porque ainda não acabou. Já eu, não confio muito no destino, muito menos nesse ditado. Prefiro ficar na minha frase, que diz que o que acontecer, vai acontecer. Nessa frase não envolve destino, não envolve religião, não envolve nada, não diz que o que tiver de ser, será e não diz que estamos predestinados à fazer alguma coisa, diz apenas que o que acontecer, irá acontecer.
Muito óbvio.

11 de julho de 2013

Filmes do Hitchcock 2

Há muito tempo atrás, eu fiz uma postagem com três filmes de um dos meus diretores preferidos, Alfred Hitchcock, prometendo fazer uma sequência de postagens indicando alguns filmes dele. O tempo passou e houve uma revolução no conteúdo do blog, mas, ultimamente, eu tenho postado muita coisa sobre filmes, então nada melhor do que voltar com essa postagem para indicar mais alguns filmes do Hitchcock, que com certeza vai fazer valer a pena o tempo que você dedicar para assisti-los.
Na primeira postagem eu indiquei os filmes "Os 39 Degraus", "Rebecca, A Mulher Inesquecível" e "Pacto Sinistro".
Um dos filme que eu iria indicar aqui era "A Sombra De Uma Dúvida". Este é um filme muito bom, porém é muito lento. Muito mais lento do que o normal. Quando assisti, dormi no final e tive que voltar para ver o que acontece. Contudo, isso não quer dizer que o filme é ruim. Ele tem cenas muito boas e a trama é muito bem elaborada. Você consegue perceber claramente como esse filme influenciou alguns dos filmes que saíram depois deles, seja nas cenas em que o Tio Charlie tenta matar a sua sobrinha, Charlie também, (opa, spoiller) e em muitas outras coisas. Sendo assim, esse filme é uma indicação pra quem gosta muito de filmes e gosta de um de suspense/thriller/noir dos melhores.
Bom, vamos ao que interessa. O primeiro filme indicado nessa postagem é "Um Corpo Que Cai". Este é considerado o melhor filme de todos os tempos segundo o Instituto de Cinema Britânico. Por mais de 50 anos, quem ocupava essa posição era "Cidadão Kane" do Orson Welles, um dos filmes mais chatos que já assisti.
"Um Corpo Que Cai" é um clássico. Como todos os clássicos, é lento. Mas não acho este tão lento quanto os outros clássicos. A sinopse é a seguinte: um homem contrata um detetive para seguir sua mulher, pois ele acha que ela está sendo possuída pelo espírito de uma mulher que cometeu suicídio na mesma idade que ela, e, por consequência, ela está com tendências suicídas. Porém, com o desenvolvimento da trama, tudo isso se mostra ser uma conspiração muito sinistra. O final desse filme é genial, e tirando que a fotografia, cenografia, trilha sonora e a interpretação dos personagens são perfeitas. Outro ponto alto também deste filme é a beleza da Kim Novak. Está para nascer uma mulher tão bonita quanto ela.
O segundo filme que vou indicar aqui é "Psicose". Acho que esse filme não precisa de indicações. É um dos filmes mais conhecidos e um dos mais aclamados. Eu li uma vez que quando Psicose foi lançado, em um festival de filmes, entre os cinéfilos lá presente, ele atingiu uma marca de 99% de aprovação. Não sei se essa informação é verdadeira ou não, mas o que importa é que "Psicose" é muito bom.
O filme conta a história de Marion Craine, que, após roubar 40 mil dolares, foge da cidade. Muito esperta, decide passar a noite em um hotel com um dono um pouco suspeito. Acho que vocês já sabem o que acontece depois.
Talvez a cena mais famosa do cinema esteja neste filme. A cena da Marion sendo esfaqueada no banheiro, com aquela música que se tornou o símbolo do suspense, é magnífica. Esse filme me inspirou tanto, que escrevi uma música contando a história da Marion.
Se você gosta de filme de terror, suspense ou thriller, assistir este filme é obrigação. E só para vocês terem noção do final grandioso desse filme, como este filme é baseado em um livro, o Hitchcock comprou todos os exemplares que estavam a venda para ninguém saber o final do filme!
O terceiro filme que indicarei nesta postagem é um dos filmes que eu mais gosto do Hitchcock, mas um dos filmes mais injustiçados: "Marnie, Confissões De Uma Ladra".
Nunca conheci uma pessoa que sequer conhecesse esse filme. Claro que estou me referindo a conhecer a pessoa pessoalmente. Isso é muito triste pra mim, porque já assisti esse filme umas três vezes e assistiria de novo na boa. No filme, Marnie é uma cleptomaníaca com alguns problemas psicológicos: ela não suporta ver a cor vermelha, não suporta ser tocada por nenhum homem, tem sonhos aterrorizantes e tem medo de tempestades. Ela é contratada por uma empresa, mas a rouba e foge. Um homem, conhecido do dono da empresa roubada e dono de uma outra, pede características da ladra. Dias depois, a ladra pede emprego para este homem, e ele, já sabendo dela, reconhecendo-a pelas características, dá um emprego para ela e arma pegá-la no flagra quando ela for lhe roubar. Após o flagrante, ao invés dele denunciá-la, ele a obriga a se casar com ele. E assim toda história se desenrola.
É muito bonito você reparar o cuidado que os produtores tiveram de evitar ao máximo a cor vermelha. E obtiveram um resultado ótimo. A trilha sonora também é muito boa, combinando perfeitamente com a personagem principal, Marnie.
Eu gosto tanto desse filme, que quando estou em algum lugar chato, eu falo: "Preferia estar assistindo Marnie, Confissões De Uma Ladra". Muito idiota.
Juntando esses filmes com os da outra postagem, vocês conseguem ver o grandioso trabalho do Hitchcock. Eu coloquei nessas duas postagens os filmes que EU mais gosto, claro que ele tem outros grandes clássicos que eu aconselho muito a procurar.
Acho que eu posso dizer sim que "Rebecca, A Mulher Inesquecível" é o filme que eu mais gosto do Hitchcock.

9 de julho de 2013

Filmes Que Todos Deveriam Assistir

Pra nossa vida, precisamos adiquirir muitos conhecimentos para viver da melhor maneira possível. Podemos conseguir esses conhecimentos apenas com as experiências que nós temos, que sempre aprendemos alguma coisa, ou com as experiências dos outros. Como eu sou um cara legal, selecionei alguns filmes que passam uma ideia do que fazer para viver bem, passam uma mensagem muito boa do verdadeiro sentido da vida (se é que isso existe).
Muitos acham que o sentido da vida é você buscar sempre o melhor para vovê, crescer sempre e nunca se aproveitar dos outros. Claro que isso não está errado, longe de mim discordar disso, mas eu resumiria o sentido da vida em apenas uma frase: "buscar a felicidade". De que adianta voce buscar sempre crescer se você não é feliz? Não faz sentido. Primeiro seja feliz, depois obedeça as três regrinhas.
Voltando aos filmes. O primeiro filme que eu acho que todo mundo deveria assistir é "Laços de Ternura". Este filme me fez pensar muito na relação que eu tenho com meus pais, principalmente com a minha mãe, que é o tema principal do filme. Porém, além de fazer pensar na relação com seus pais, mostra justamente a busca pela felicidade, onde uma senhora de meia idade decide viver um "amor adolescente" novamente. Tirando que o filme é muito bom. E esse foi o filme que eu mais chorei na minha vida, então prepare o lenço.
O segundo filme que eu acho que todos deveriam assistir é "Kramer vs. Kramer". Esse filme me fez gostar mais de criança do que eu já gosto, mas além disso, me fez perceber o quanto nossos pais gostam da gente, mostra que eles passariam por tudo só pelo nosso bem. Uma lição de vida completa para você que deseja ser pai ou mãe um dia.
Nem sempre o que você julga ser o certo, é o melhor!
O terceiro filme que eu acho que todo mundo deve assistir é "Beleza Americana". Sem palavras para esse filme, uma verdadeira obra de arte! Passa a mensagem do verdadeiro sentido da vida, na minha opinião, quando um homem joga tudo para o alto porque a sua vida estava uma porcaria. E é justamente isso que eu sempre falo aqui nesse blog, ter coragem para mudar em prol da felicidade. E também passa fortes noções sobre família e criação dos filhos. Tirando ser um dos melhores filmes que eu já vi.
O quarto e último filme que eu acho que todos deveriam assistir é "Mundo Cão". Este é focado mais para os adolescentes, que saem da escola e não tem a mínima ideia do que fazer da sua vida, como eu, até hoje! Esse filme transmite mensagens de amizade, amor, família, auto estima... Jm dos melhores filmes que já assisti.
Quando eu estava assistindo e o filme acabou, eu fiquei muito triste. Não porque o final é triste (eu achei triste), mas porque o filme acabou mesmo. Ficaria umas 4 horas assistindo-o.
Sei que essa postagem ficou um pouco grande, não gosto de fazer postagens grandes, mas eu estou adiando esta postagem por muito tempo e hoje finalmente saiu!

5 de julho de 2013

Traição 2

Desde que eu escrevi a postagem "Traição", expondo minha opinião sobre esse assunto e, de certa forma, defendendo quem tinha motivos para pensar em trair, alguns dos meus amigos que leram foram totalmente contra o que eu disse na postagem. Alguns falaram que não aceitariam a traição de jeito nenhum e que eu penso assim porque ainda não aconteceu isso comigo. Eu não sei se eu fui muito claro na postagem, embora eu tenha tentado bastante.
Quando se trata de um namoro, sem nenhuma ligação forte, tirando o amor, eu sou totalmente contra traição. Namoro é o início de uma vida a dois, uma preparação para o noivado, casamento, morar junto, sei lá! É o momento que você está conhecendo a pessoa, conhecendo todas as suas qualidades e também seus defeitos, e nessa época, verificamos se somos capazes de superar esses defeitos em prol das qualidades que você encontrou nessa pessoa. Se você cogita trair esta pessoa, que está, em resumo, em um período de treinamento para ser a pessoa da sua vida, algo está errado. Se algo está errado, qual é o sentido de traí-la e fingir que nada está acontecendo. Se você traiu uma vez por causa desse "erro" e não fizer nada para mudar, continuará traindo até o fim do relacionamento de vocês. 
Neste caso, eu sou totalmente contra a traição. Você precisa conversar com o seu companheiro (ou companheira) e tentar entender o que está "errado" ou pedir para que mude. Repare que eu usei erro entre aspas porque pode não ser um erro, mas sim uma das características da pessoa que não te agradou.
No caso da pessoa traída, se o "traidor" nunca sentou para conversar com você o que estava incomodando-o, qual o sentido de continuar com uma pessoa que não procura melhorar o relacionamento? Por isso que traído uma vez, traído para sempre.
Quando eu disse que perdoaria uma traição, estava me referindo ao caso do casamento, ou apenas uma relação com "ligações fortes", como filhos, dependência financeira, etc. As vezes, as pessoas são tão ridículas, inúteis, que nem nos dá vontade de procurá-las para tentar mudar a situação. Isso já aconteceu com todos! Pode ser um deslize, um impulso e a traição pode acontecer. A pessoa traída é realmente a vítima nessa história? Tá que a pessoa "traidora" não é inocente, muito menos a vítima, mas, na minha opinião, errada ela não está! 
Espero que tenha esclarecido algumas coisas.

23 de junho de 2013

Os Filmes Que Mais Gosto

Eu não gosto de ter uma lista de filmes preferidos porque ela está sempre mudando. Porém, nesses últimos meses, ela não mudou, pelo menos os dois primeiros filmes que eu mais gosto não mudaram. Eu também não gosto muito de indicar filmes para os meus amigos porque, na maioria das vezes, sei que eles não vão gostar da minha dica. Por que eu sei que eles não vão gostar da minha dica? Simples, porque eu gosto de filme chato. Sabe aquele filme de três horas, que poderia ser resumido, sem nenhuma perda no roteiro, em uma hora e meia? Então, é esse filme ai que vai ocupar sempre um das primeiras posições da minha lista de melhores filmes.
Sabendo disso, vocês não vão estranhar se eu disser que o filme que eu mais gosto é "Era Uma Vez No Oeste". Eu não me canso de ver esse filme. Ele é perfeito (na minha humilde opinião)! Tudo é muito bem detalhado, muito bonito de se ver! E a trilha sonora... Ah, a trilha sonora. A mais linda que já vi na minha vida com toda certeza.
Todo filme que eu vejo e gosto, coloco meu pai para ver. Quando coloquei meu pai para ver este, ele dormiu três vezes durante o filme. Um amigo meu me disse que tentou ver, mas achou chato porque os primeiros quinze minutos de filme é um cara tentando assoprar uma mosca. Eu ri muito quando ele disse isso, mas não pude negar que era verdade.
Acho que nenhum filme vai conseguir superar "Era Uma Vez No Oeste" no primeiro lugar da minha lista.
O segundo filme que eu mais gosto é "Persona - Quando Duas Mulheres Pecam". Eu já fiz uma postagem sobre esse filme, quem quiser saber mais um pouco dele, dá uma olhada lá! Não vão se arrepender.
Ultimamente, eu tenho visto muito filme com o Leonardo DiCaprio e ele se tornou um dos atores que mais gosto. Eu gostei muito dos filmes dele com a direção do Martin Scorsese (Gangues de Nova Iorque, O Aviador, Ilha do Medo e Os Infiltrados). Realmente são filmes muito bons! Contudo, o filme que eu mais gosto com ele é "Titanic". O segundo melhor é "A Praia". Esse não é um filme muito bem aclamado pela crítica, mas eu gostei muito de assisti-lo e entrou na minha lista de filmes que mais gosto. Conforme o filme vai chegando ao final, o roteiro fica um pouco confuso, mas encerra de uma forma justa. A fotografia desse filme é sensacional! A cena em que o personagem do DiCaprio, Richard, e Françoise fazem amor na praia com todas aquelas luzes brilhando é o ápice.
Quando eu terminar minha faculdade, de Matemática, vou fazer faculdade de Cinema, e, a priori, quero ir para os lados da fotografia (quem sabe um diretor de fotografia) ou para os do roteiro (quem sabe um roteirista).

16 de junho de 2013

Data de Validade

Na semana passada teve o dia dos namorados. Neste dia o amor é sempre um tópico abordado, não importa o meio de comunicação ou a pessoa com quem falamos. Então, devido a isso, não poderia fugir deste padrão. Pena que essa postagem veio com um pouco de atraso.
Todos nós queremos amar. Mais ainda, todos nós queremos ser amados. E, quando sabemos disso, nossa auto estima cresce demais. Porém, será que o amor não tem uma "data de validade"? Será que nós amaremos sempre aquela pessoa com a mesma força, com a mesma intensidade que amamos há anos atrás? Claro que o tipo de amor que estou falando aqui é relacionado a namorados, casados, etc.
Neste dia dos namorados meus pais chamaram eu e minha irma para jantarmos fora com eles. Como eu não tenho namorada, aceitei. Quando chegamos no restaurante, vários casais estavam nas outras mesas, mas a grande maioria dos casais não pareciam estar felizes, como é de esperado nessa data. O que será que aconteceu?
Pensem em um casamento com mais de vinte anos de duração. Será que a vida desse casal sempre foi um mar de rosas? 
Infelizmente, nossa memória é muito ingrata. Nós apenas lembramos das coisas ruins que as pessoas fazem com a gente. Se um amigo nosso de longas datas, que presenciou momentos incríveis ao nosso lado, brigar com a gente ou acontecer algum desentendimento, juramos não falar mais com ele, deixando de lado tudo que foi vivido e tudo que poderia ser vivido. A amizade pode voltar, mas se acontecer algum outro desentendimento, nos crucificamos por ter voltado a falar com "aquele cara".
Tendo isso em mente e também que nenhuma pessoa é perfeita sempre, ainda mais em um relacionamento, mesmo tendo todos os momentos felizes juntos, temos aquele lugar dentro da gente onde despejamos todos os ressentimentos e todas as angustias relacionadas àquela pessoa. Após vinte anos (ou mais) de casados, será que esse lugar já não atingiu a lotação máxima? 
Em outra situação, será que, simplesmente, você não pode se entediar de viver com aquela pessoa? Ele ou ela continua sendo do mesmo jeito que era no começo, no período em que você se apaixonou por ele/ela?
É muito difícil tomar decisões, principalmente aquelas que tem grandes pesos nas nossas vidas. Após vinte anos de casado, quem vai ter a coragem para terminar e começar tudo do zero?
É muito fácil manter uma vida por puro comodismo, mas e a felicidade, onde entra nisso? Por isso que eu não acho que traição seja uma coisa tão absurda assim (como já disse na postagem "Traição". Acho que a postagem de hoje completa a ideia que quis passar nessa postagem).
Sempre que falo sobre isso com algumas pessoas, elas me dão exemplos de pessoas que são muito felizes juntas, mesmo depois de anos de relacionamento, casamento, etc. Poxa, super legal! Mas esses exemplos não mudam minha opinião. Acho que depois de muitos anos, o casal pode se tornar "melhores amigos", mas amor amor mesmo, não rola.
Sei que posso estar errado, ou até mesmo eu posso estar predestinado a ter um casamento super feliz, amar minha esposa pra sempre. Quando isso acontecer, mudarei minha opinião. Ou então quando alguém me convencer.

19 de maio de 2013

Era Uma Vez Na Escola...

Minha amiga da faculdade pediu pra eu procurar as listas e provas de uma matéria da faculdade que eu já fiz. Fui procurar hoje. Quando abri meu armário e vi aqueles montes de papel, comecei a pegar um por um pra procurar, e um desses montes estava cheio de provas do meu tempo de ensino médio. Provas desde 2007 até 2009.
Eu não sei se isso me fez bem ou me fez mal. A primeira reação que tive foi lembrar de como era bom aquele tempo. Contudo, não parou por ai. No monte, tinha alguns desenhos, textos, provas de amigos meu... Depois disso só consegui fazer uma coisa: chorar.
Tinha um texto que eu escrevi me baseando no pseudo romance que eu tinha com uma amiga minha. Tinha um desenho que eu fiz dentro da sala (eu lembro!), tinha um texto que essa amiga minha escreveu e fez uma dedicatória pra mim no final. As outras coisas que eu encontrei não mexeram tanto comigo quanto essas.
Eu lembro muito do tempo que eu estudava e sinto muita falta. Realmente, foi a melhor fase da minha vida. Todos os meus amigos eram legais, tudo que acontecia era muito legal.
Acho que uma das coisas que mais sinto falta é do amor que eu sentia por essa minha amiga. Era tão legal, tão bom sentir aquilo... Amor de colégio. Depois que saímos do colégio até namoramos, mas não deu muito certo. Hoje a gente nem se fala mais. É uma pena, mesmo eu sabendo que a culpa da gente não se falar mais é minha. Quando éramos amigos, era muito legal, pois somos muito iguais, mas como namorado, nada deu muito certo. Será que um dia meu orgulho vai deixar eu falar com ela? E será que o dela vai deixar também? Ninguém sabe.
Pelas postagens anteriores a essa, as pessoas podem pensar que minha vida de adolescente era ruim. Dentro da escola eu era feliz, tinha vários amigos e era super gente boa, mas fora da escola eu não era nem metade do que era lá dentro. Hoje, me arrependo disso.
Outra coisa que também pensei vendo todas essas coisas do meu colégio foi o que eu me tornei. Será que eu sou hoje o que eu queria ser quando estudava? Será que realizei tudo que queria? Todos sabemos que a resposta pra essas duas perguntas é não. Minha vida não é ruim, pelo contrário, é muito boa. Mas não é aquilo que sempre planejei. Um grande exemplo que sempre cito é a minha faculdade. Porém isso logo vai acabar, faltam apenas dois semestres.
Acho que as mensagens que gostaria de passar quando falo da minha vida aqui, é pra sempre buscarmos o melhor da gente. Sempre buscarmos a nossa felicidade. Se algo te incomoda, mude já! E viva! Mas será que eu sou a pessoa certa para passar essa mensagem?

11 de maio de 2013

Lógica Fuck

Nada nessa vida tem lógica! Cheguei a essa conclusão essa semana voltando da faculdade.
Tem muito tempo que eu estou desestimulado com a minha faculdade. A cada dia que passa, eu vejo como a minha faculdade não tem nada a ver comigo. O pior é que eu só enxerguei isso tarde. Agora eu vou até o final, falta pouco.
Eu amo arte, tudo que eu faço está ligado à arte (menos a matemática). Eu sou músico, escrevo, desenho, amo filmes, amo ler... Realmente, nada a ver com matemática. Porém, com a matemática, eu virei professor, e eu gosto muito de ser professor. Acho que isso também é uma arte, poder ensinar pessoas. Muito interessante. Contudo, não vou falar sobre isso, vim falar o que aconteceu comigo quando estava voltando da faculdade nessa segunda-feira, dia 6 de maio de 2013.
Assim que entrei na van para vir pra casa, uma mulher entrou e sentou do meu lado. Em algum momento que não lembro, começamos a conversar. No começo, falamos sobre a minha faculdade e sobre a carreira dela (ela era advogada), mas depois, começamos a falar de filmes, livros, novelas, música, tudo! E, realmente, foi muito legal conversar com ela. Quando a van estava chegando no nosso destino, ela falou que foi muito legal conversar comigo, que a minha mente é muito aberta e que não entendeu o porquê de eu fazer matemática, já que dois amigos dela, matemáticos, tinham a mente muito fechada. Tudo tinha que ser lógico, tudo precisava fazer sentido. 
Realmente, é verdade que as coisas precisam ter uma lógica, mas será que tudo nessa vida é lógico? Um exemplo claro disso são as próprias religiões. Totalmente sem lógica. Para serem entendidas, precisamos abrir nossa mente. Outro exemplo é a própria vida. Você é apaixonado por alguém, mas tem medo de falar para a pessoa que gosta dela. Onde está a lógica? Você sabe que fumar é ruim, aconselha amigos para não fumar, mas você fuma. Sabemos que alguma coisa é ruim, mas, mesmo assim, persistimos em fazê-la por prazer, mesmo se ferrando no final.
Na vida, tudo faz muito sentido: vivemos para trabalhar para ganhar dinheiro para poder comprar as coisas que precisamos para poder viver. Nós gostamos muito de fazer uma coisa, mas todo mundo diz que devemos priorizar o nosso trabalho e hobby em segundo plano. Mas quem disse que eu não quero o que você chama de "hobby" pra ganhar minha vida? Mas também, quem disse que esse meu hobby que eu quero como trabalho vai dar certo? Então onde eu posso encontrar sentido nisso? Onde posso encontrar lógica numa vida onde você depende das outras pessoas, nada depende apenas de você?
A vida é totalmente sem lógica, ninguém nunca entenderá! 
Hoje eu revi 2001: Uma Odisseia no Espaço. Eu não gosto desse filme (ou não gostava, não sei. Não sei se gosto ou não, porque eu pude perceber a arte nesse filme, pude ver que a falta de lógica e sentido é muito chamativo e charmoso. Acho que agora gosto desse filme. Onde está a lógica na minha mudança de opinião?), mas hoje, após ver aquele final totalmente sem sentido, fui procurar na internet alguma explicação e li a seguinte frase: "Tudo que tem uma definição lógica e racional, morre". Uma das frases mais certas que eu já ouvi (li, no caso).
Por esse motivo, não quero ser uma pessoa racional, com muitas "lógicas", muitos "sentidos". Eu não quero morrer.

5 de maio de 2013

O Drama Adolescente

O que me faz voltar aqui, mesmo depois de um mês e quatro dias após a última publicação? Sei lá! Eu acho que eu sinto falta de escrever aqui porque é uma forma de eu desabafar. Eu não consigo desabafar com qualquer um e, no momento, só tem uma pessoa que eu tenho confiança e intimidade o suficiente para isso, mas prefiro por não fazer.
Nesse tempo eu tive várias ideias sobre assuntos para falar aqui, mas eu sempre fui adiando. Até que hoje eu resolvi sentar na minha cama com o meu computador e escrever. Porém, hoje eu não tenho ideia nenhuma sobre o que escrever... Vida cruel.
Então, vou atender o pedido de uma amiga minha que vive pedindo para eu escrever sobre ela aqui, mas eu nunca escrevo. Mas, também, não vou escrever sobre ela diretamente, vou mandar uma mensagem para ela, que também serve para todos que estão lendo que passam por isso ou que conhecem alguém que passa.
O que acontece com ela é o drama adolescente. Como assim drama adolescente? Se sentir sozinha, achar que ninguém gosta da gente, se achar o lixo do lixo, achar que não fazemos a menor diferença pro mundo. Ou seja, ter a auto estima no chão do chão!
Quando eu era adolescente, eu também era assim, principalmente nos 15 anos, onde todo mundo estava namorando ao meu redor e eu não, e o que eu mais queria na vida era ter uma namorada. Me sentia muito sozinho e deprimido. Como consequência, ficava em casa direto. Não saía, não fazia nada, só saía com meus pais.
Hoje eu me arrependo muito disso, porque eu vejo que essa não era a solução pra tomar. Eu tinha os meus amigos, mas eram amigos de escola, e eles saíam toda hora para vários lugares, mas eu não participava porque eu tinha uma auto estima baixíssima e preferia ficar em casa. Isso se prolongou até o final dos 17 anos. Depois dos 18, minha vida mudou totalmente e eu comecei a sair mais com meus amigos, meu primo e  toda aquela baixa auto estima foi embora. Eu me sentia feio, me sentia chato, porém, hoje, posso até ser feio e chato, mas não me sinto assim. Sei que com todas as minhas qualidades e defeitos, alguém vai se interessar por mim (isto se já não tiver interessada!).
O lugar que eu mais gostava de ficar era em casa, hoje, o lugar que eu mais gosto de ficar, é no Barra Music.
Quando você está triste, a pior coisa a se fazer é ficar dentro do seu mundo, ficar trancado no seu quarto. O ideal é fazer alguma coisa pra distrair a cabeça, algo que você gosta que possa fazer você se distanciar de todo pensamento ruim que passa pela sua cabeça (afinal, pensamentos tristes são pensamentos ruins!). Eu, por exemplo, amo filmes, se pudesse, veria dois filmes por dia. Então, quando eu to triste, mal, eu vejo um filme. Enquanto eu estou vendo o filme, eu esqueço de tudo (demora uns 30 minutos pra isso acontecer) e "mergulho" no filme totalmente. Quando o filme acaba, ou eu fico um pouco melhor, ou pior, depende da história do filme. Outra coisa também que eu faço, é tocar violão. Por isso que eu toco bem (eu acho), porque eu comecei a tocar com 15 anos e naquele momento eu sempre estava triste, então eu sempre estava treinando.
É claro que a minha vida hoje em dia não é perfeita. Eu faço uma faculdade que não gosto, tenho meus problemas pessoais, minha cabeça é totalmente diferente dos meus familiares, mas ela melhorou muito depois que eu caí na real que o mundo é mais do que se sentir triste por ter baixa auto estima. Todos falam de vida após a morte, mas isso não é certo. Ninguém sabe se realmente tem. Se teremos uma segunda chance para fazer tudo que queremos. Por isso, temos que aproveitar o tempo que nos foi dado com as coisas que gostamos de fazer. Temos que arriscar mais, tentar mais. As vezes, a opção mais legal é aquela que você mais pensou em não fazer, mas, no final, viu que foi a melhor opção.
Acho melhor terminar por aqui, porque já está grande demais, mas espero que tenha conseguido passar a mensagem.
Sobre a amiga que eu falei aqui em cima, espero que ela compreenda que ela é linda, legal, maneira, irada, 10, e que qualquer homem seria o mais sortudo do mundo ao lado dela. Só não vou falar mais pra não dar mais ibope.

1 de abril de 2013

Traição

Continuando na onda dos temas que polêmicos (não são mamilos), vou falar sobre traição. Espero que consiga passar aqui tudo o que eu penso sobre esse assunto.
Primeiramente eu queria falar que, dependendo do momento do relacionamento, eu perdoaria uma traição. Isso não quer dizer que eu goste de ser corno ou que eu seja um idiota porque quem trai uma vez trai duas (e assim sucessivamente). Porém, no mundo de hoje, a gente olha apenas para os que traem, não pensamos na pessoa que é traída. As vezes a pessoa traída é uma chata, que não trata o companheiro bem, não pensa nas coisas que ela gosta e muitas outras coisas ruins que podem acontecer em um relacionamento.
Tá bom, mas pra que se relacionar com uma pessoa dessa? Sei lá! Quem entende o que é o amor?
Eu nunca fui a favor de traição (e acho que ninguém é), mas precisamos averiguar todos os fatos para julgar quem é o errado nessa história.
Quando o relacionamento não tem nenhuma ligação forte (como casamento, filhos, uma vida inteira juntos, dependência financeira...), é muito difícil quando o relacionamento se desgasta. Um relacionamento desgastado é uma das piores coisas que tem. O seu companheiro não dá o valor que você merece e/ou precisa, ele não age mais daquela forma que você gostava, não faz mais aquilo que te atraía. O que fazer nesse momento?
Tendo toda essa situação, você encontra uma outra pessoa que te valoriza, te atrai, te tudo! Porém você tem a tal forte ligação com o seu companheiro (que não é o mesmo de tempos atrás). Você será capaz de largar tudo que a vida construiu pra você para arriscar um novo começo? Viver tudo novamente?
Quase ninguém tem essa coragem de jogar tudo pro alto e começar de novo (embora eu seja a favor disso). Nesse momento é que ficamos tentados a trair. E, na minha opinião, quem trai não está errado.
Quando se é jovem (não apenas ser jovem, mas ser livre) é bem fácil lidar com relacionamentos. Podemos trocar de namorado ou namorada como trocamos de roupa que não terá nenhum problema além do coração partido. Nessas circunstâncias, trair é bem difícil de ser perdoado. Uma boa conversa é a solução.
Mas quando as circunstâncias não são tão simples assim, perdoar a traição é um caso a se pensar SIM!
E sobre a primeira frase dessa publicação, que eu digo que perdoaria uma traição dependendo das circunstâncias, é a pura verdade. Agora vocês sabem o porquê.

24 de março de 2013

Músicas Que Me Apetecem

Eu sou músico. Não um músico de mão cheia, mas um músico de mão que está se enchendo. Eu tenho minha opinião quando o assunto é música, assim como todo mundo também tem a sua. E aqui eu vou expôr a minha opinião. Sei que não é uma coisa que possa ser levada muito a sério, mas acho que vale de alguma coisa.
Indiscutivelmente, meu maior ídolo eterno é o David Bowie. Todos os meus amigos já sabem disso, mas não custa nada reforçar. O que me chamou atenção nele foi a época dos anos 70. O jeito como ele revolucionou todo rock daquela época. As suas músicas poderosas com várias mensagens por trás. As performances que ele tinha nos palcos... Isso me inspira muito. Eu levo muita coisa do David Bowie quando estou tocando ou cantando em algum lugar.
A partir daqui fica difícil escolher alguém para falar, porque eu gosto de todos e não consigo escolher os melhores. Porém, a vida é difícil e eu tenho que escolher. E eu já tenho em mente quem!
Quando eu era menor (por volta dos 13 anos) eu não gostava de música, então, um dia, quando completei 15 anos, ganhei um "playstation 2" de aniversário e comprei o "Guitar Hero Anos 80" para jogar. Entre inúmeras músicas daquele jogo, tava lá "No One Like You" dos Scorpions. Cara, como eu gostei daquela música. Foi a primeira música que eu realmente não conseguia parar de escutar. Depois disso, comecei a procurar sobre Scorpions, baixei várias músicas e como resultado: tenho 10 cds e 8 dvds deles. Além de se tornarem a primeira banda que eu gostei. Até hoje eu amo muito Scorpions.
Para não falar que eu não gosto de nada nacional (gosto de muitas bandas nacionais), vou falar aqui do meu ídolo brasileiro, o Big Wolf! 
No meio de 2012 eu estava  namorando. Quando vi que teria show do Lobão no Circo Voador no dia 13 de Julho (dia do rock), eu não hesitei e comprei 2 ingressos pro show (supostamente para mim e minha namorada). Contudo, o destino pregou-me uma peça e o namoro terminou uma semana antes do show. Porém, como Deus é bom comigo, mesmo antes do namoro terminar, eu e meu primo começamos a escutar Lobão loucamente e ele começou a gostar de Lobão também. Resultado: fomos eu e meu primo para o show e foi um dos melhores shows da minha vida. Depois disso, começamos a idolatrar Lobão e 4 meses depois, fomos em outro show dele. E foi muito bom também!
Queria falar sobre mais bandas, mas o texto vai ficar muito grande.
Meu sonho é ter uma banda cover ou de David Bowie ou de Belle e Sebastian (uma das minhas bandas preferidas). Também gosto muito de várias outras bandas. Com o tempo conto mais sobre elas.

23 de março de 2013

Forever Young

Juventude! Ah, como é bom ser jovem. Mas melhor do que ser jovem, é se sentir jovem.
Já dizia Chaves que existem jovens de oitenta e poucos anos e existem velhos de apenas vinte e seis. E ele estava certo esse tempo todo. Quando escutava essa música, não parava pra pensar toda mensagem que ela transfere, apenas achava legal.
Ser jovem é mais do que ser novo, ser jovem é estar vivo e viver. Viver bem, ser feliz, praticar exercícios, se preocupar com o peso, ir ao médico, estudar, trabalhar, rir, chorar, gritar, cantar, conversar, ver filmes, novelas, séries, fazer o que gosta, fazer o que quer... Em suma, viver, como disse antes.
Ser jovem é entender que você não está sempre certo. Entender que você não manda em ninguém, e que ninguém manda em você. Saber diferenciar o que faz bem à você e às pessoas a sua volta. Ser jovem é ser humilde, mas não deixar que abusem da sua humildade. Ser jovem é você rezar pra sexta feira chegar logo pra você sair da sua rotina semanal. Ser jovem é você prometer dormir cedo, mas não conseguir nenhum dia. É você olhar a foto de alguém e desejar ao máximo ter essa pessoa do seu lado. Ser jovem é ter amigos. E também ter inimigos.
Ser jovem é ser lindo do jeito que você é! É não ser obcecado por nada que possa te transformar em algo que você não é. É não ligar se alguém quebrou alguma coisa sem querer. Ser jovem é querer bem aquela pessoa que nunca falou com você, mas que você sempre teve um carinho inexplicável por ela. É você chegar em casa cansado com inúmeros problemas na cabeça, mas não despejar esses sentimentos em ninguém. Ser jovem é você rir da piada do seu amigo por ser tão sem graça que você acabou achando graça. É você gostar de alguma coisa que todo mundo julga ser ruim.
A juventude é algo que nunca sai da gente, nos acompanha até o fim de nossas vidas. Pensando por esse lado, então, ninguém é velho o suficiente para morrer. Todos somos jovens demais para partir. Então vamos aproveitar toda essa nossa juventude antes que ela acabe.

17 de março de 2013

Perdão

Sempre ouvi dizer que o perdão sempre vale a pena. Quem somos nós para não perdoar? Todo esse tema envolve uma crítica religiosa toda por trás que torna esse assunto um grande tabu. Mas o que seria um tabu se ninguém expusesse suas opiniões sobre ele?
A maioria dos meus amigos sabem que eu não sigo nenhuma doutrina religiosa, por isso, poucas coisas que eu falo ou escrevo tem bases religiosas. Não sei se isso é bom ou ruim, mas, pra mim, é bom. Porém, isso é outro tabu que pretendia não comentar.
Perdoar não é tão fácil assim. Quando alguém protagoniza uma situação que te desagrade e/ou denigre sua imagem, é bem difícil você esquecer. Porém, se essa situação não for tão significativa assim, pensamos várias vezes em perdoar. Até que perdoamos. Contudo, nem sempre a situação é insignificante - ou quase insignificante. Há momentos em que juramos nunca mais perdoar aquela pessoa - ou aquelas pessoas - pelo ocorrido. Isso é muito ruim, pois você cria um mal estar quando, em algum contexto, vocês ficam lado a lado.
Perdão vai muito além do "mal estar" no contexto. Quando o assunto é perdão, muita bagagem vem com ele. E uma pergunta surge no ambiente quando cogitamos perdoar: Será que vale a pena?
Se nós precisamos perdoar alguém, é porque algo que não gostamos essa pessoa já fez. E se ela já fez algo que não gostamos uma vez, sempre ficamos com a ideia de que ela fará de novo. Isso é um ciclo vicioso que nunca terá fim.
Se continuarmos nesse ciclo, nunca perdoaremos ninguém e, consequentemente, não teremos mais amigos. Conclusão: perdoar vale a pena. Além de valer a pena, perdoar é preciso!
A princípio você pode negar o perdão, mas, com o tempo, não conseguirá. Seja por intervenções externas ou internas mesmo, o perdão sempre vai ganhar na sua cabeça. Agora, se ele vai ganhar o seu orgulho é outra história.
Viver bem com as pessoas ao seu redor é a prioridade em nossa vida e temos que saber lidar com todas as consequências que isso traz, inclusive saber perdoar.

14 de março de 2013

Vida de Professor

Sim, eu sou professor. Sim, eu sou professor de Matemática.
É muito estranho saber que eu sou um professor. Agora eu estou do outro lado. Do lado que eu sempre critiquei. Do lado que todos criticam. Porém, estou do lado certo.
Agora eu vejo o quanto é diferente ser aluno. Qual foi o aluno que nunca tomou um esporro de um professor, da coordenadora, da diretora (que seja!)? Eu sei que é horrível. Você não aceita que está errado, você sempre acha que está certo e que está sendo uma injustiça essa bronca que você está levando. Mas não é!
Estou escrevendo este texto direto da sala dos professores. Volta e meia escuto uma gritaria qualquer, um esporro danado rolando em alguma sala. Cinco minutos depois, o professor (ou qualquer outro) que estava dando esporro vem aqui e começa a rir, contando como estava a cara dos alunos durante o esporro. É hilário esse momento.
Outra coisa muito engraçada e curiosa que pude perceber é o descaramento dos alunos. Eles mentem como se estivessem contando uma verdade indubitável. A sala dos professores fica ao lado da coordenação, então os alunos, quando são colocados para fora de sala ou recebem alguma advertência, vem pra cá. Eles explicando o motivo do porquê eles estão tomando advertência é mais hilário ainda. É óbvio que eles estão mentindo e eles ainda acham que estão convencendo, e se acham injustiçados quando são questionados das mentiras que contam.
É muito legal estar aqui do outro lado! Consigo ver que essas broncas que os alunos levam são indispensáveis. Quando se é jovem, pensamos que temos o mundo em nossas mãos, que somos professores da verdade e que podemos fazer tudo. E não é assim. E cabe a nós, professores, ajudar os pais a educarem seus filhos.
Espero que os alunos fiquem quietos e façam os exercícios. Os professores querem ser seus amigos. Então respeite-os como vocês gostariam de ser respeitados.

9 de fevereiro de 2013

Persona - Quando Duas Mulheres Pecam

Com certeza um dos melhores filmes que já vi.
Acho que não poderia começar essa postagem com outra frase.
Como vocês já podem ter percebido pelo título, falarei a respeito do filme Persona (Quando Duas Mulheres Pecam, em português). O filme é de 1966, dirigido por Ingmar Bergman, com Bibi Anderson e Liv Ullmann como atrizes principais.
Confesso que esse foi o filme mais difícil que assisti. Fiquei pensando sobre esse filme por dias e dias, tentando buscar alguma forma de entender tudo que não tinha entendido. Até que decidi assisti-lo de novo. Prestei bastante atenção e pude perceber tudo que deixei escapar. É um filme consideravelmente pequeno, mas possui muitos detalhes que fazem o final ser magistral!
Aviso que contém muito Spoiller!
A história é sobre uma atriz, Elizabeth Vogler (Liv), que emudece de repente e é internada para um tratamento psiquiátrico para descobrirem a origem dessa mudez. Alma (Bibi) é uma enfermeira que é contratada para cuidar da atriz. Contudo, Alma é inexperiente e muito jovem, mas, mesmo assim, é contratada. Após três meses de tratamento, a psiquiatra de Elizabeth decide que seria melhor para o tratamento se ela fosse para uma casa de praia que ela tem. Assim sendo, Alma e Elizabeth vão para a tal casa para continuar o tratamento. Porém, ao chegarem na casa e começarem a conviver, a relação de enfermeira paciente acaba e as duas começam a viver como amigas, ou muito mais do que isso.
Como Vogler estava muda, somente Alma falava, fazendo confissões de seu passado em monólogos incrivelmente bem feitos. Esse é um dos grandes atrativos do filme, os monólogos.
Após um tempo de convívio, a relação entre as duas começa a se intensificar, e após Alma descobrir que Elizabeth estava considerando a estadia naquela casa como uma forma de estudar a enfermeira, a relação começa a ficar mais forte. A partir desse momento, o filme começa a ficar confuso (se é que já não estava antes).
Alma começa a tratar a atriz com frieza. Toda a relação que tinham no começo acaba. A partir de um certo momento a personalidade das duas começam a se confundir.
O filme é bem complicado, mas é muito bom. Um dos melhores filme que já assisti com toda certeza.
A fotografia é perfeita, a interpretação das atrizes é perfeita. Liv, mesmo falando apenas duas frases o filme inteiro, transmite tudo o que precisamos pelo olhar.
Embora o nome em português seja um tanto quanto lésbico, não acontece nada de homossexual no filme.
Uma das melhores cenas do cinema - na minha opinião - está nesse filme. Deixo a foto aqui em baixo.
Esse é um dos melhores filmes já feitos.
[SPOILLER MASTER] Para concluir, embora tenha sido muito difícil, eu acredito que Alma e Elizabeth sejam a representação de uma mesma pessoa, onde Alma são as características psicológicas e Elizabeth as características físicas. Isso ficou bem claro para mim quando o marido de Elizabeth vai para a casa e trata Alma como se fosse sua esposa, a procura dos sentimentos de Elizabeth. [FIM DO POILLER MASTER]
Abaixo segue a foto de uma das melhores cenas do cinema na minha opinião.



Thriller Psicológico

Embora o nome dessa postagem ser o nome de um gênero de filme - o que eu mais gosto -, não vim para falar de filmes. Vim para falar da nossa vida e acredito que esse tema seja um dos piores possíveis, pois muita coisa pode ser consequência dele.
Várias vezes somos obrigados a aturar alguma coisa que não gostamos, simplesmente pelo fato de que não seria válido causar uma discussão, confrontar tal situação. Essas coisas podem ser comentários indesejáveis, atitudes inesperadas, etc. Por menores que sejam essas atitudes, se não gostamos dela, claro que não iremos reagir bem à isso. Porém, se a origem for de uma pessoa que gostamos muito ou de alguém que somos obrigados a aturar, as vezes, preferimos guardar esse sentimento de raiva momentânea, decepção para nós mesmos, prometendo não aturar o próximo.
Contudo, nem sempre cumprimos o que prometemos e aturamos uma segunda vez. Seja para manter a amizade ou para manter um emprego, sei lá. Por outro lado, conforme mantemos essas ligações, começamos a encher um copo que está predestinado a encher, e, se continuarmo enchendo, a transbordar!
Eu sou muito assim. Prefiro suportar alguma coisa a falar que não gostei para manter uma relação boa com tal pessoa. Melhor dizendo, eu ERA muito assim. De um tempo para cá estou preferindo falar sempre quando não gosto de alguma coisa.
Pois bem. Quando esse copo se enche, nossa tolerância acaba e qualquer outra coisa que façam com a gente será a última gota que cairá naquele copo que começa a transbordar. Com isso, causamos uma briga, um desentendimento um pouco grande. Você começa a jogar na cara tudo o que você já suportou para manter a relação e isso pode crucificar o fim dessa relação que você tentou manter.
Se pensarmos bem, toda essa discussão final poderia ser evitada se, ao primeiro momento que acontecesse algo que você não gostasse, você falasse com a pessoa que não gostou do ocorrido. Claro que você não precisa ser grosso, apenas fale deixando bem claro que você não gostou, mas deixando claro, também, que você gosta da pessoa e quer manter a relação de vocês. Pronto. Resolvido.
Essas coisas que acontecem e que não gostamos nos deixam loucos, e se não fizermos algo para esquecê-la, apenas ficarmos guardando-a, parecerá que estamos protagonizando um filme de Thriller Psicológico. E, na maioria das vezes, o final não vai ser bom.

31 de janeiro de 2013

Flor Do Meu Paraguai

O outro texto já estava pronto. Iria falar sobre o filme Persona, de 1966, dirigido pelo Ingmar Bergman. Eu só não tinha postado porque fiquei com muito sono no dia e adiei pro dia seguinte. Porém, eu não tinha ideia de como seria esse dia seguinte. Afinal, o que a gente espera de um dia seguinte? No meu caso, espero que seja um dia normal. Na verdade, eu acho que vai ser um dia normal, mas, como todo mundo, espero que seja muito bom. Mas esse  não foi, e ficou longe de ser normal.
Minha família é toda fragmentada, cada um seguiu seu rumo e a briga se instalou por toda parte. Ontem, a única coisa que ainda conseguia manter essa família um pouco unida se foi. Ontem, minha avó se foi. A única pessoa que conseguia reunir todos os netos para comer em um rodízio de peixe. Eu gostava tanto dela, que não consigo imaginar como vai ser a vida sem ela. Foi como perder uma mãe. Mas perai, ela era minha mãe! Era muito mais que minha mãe.
Perder uma pessoa deve ser a pior sensação do mundo. Ninguém muito próximo a mim tinha morrido ainda, só meu avô, marido dela, mas eu tinha 2 anos e não lembro de nada. Eu nunca tinha vivido isso para saber o quanto que é ruim. Agora eu posso dizer que é a pior sensação do mundo!
É tão estranho. Morte e Nascimento. Uma é o inverso da outra. Enquanto uma traz alegria, outra traz tristeza. Na mesma semana em que 232 mães perderam seus filhos, e eu fiquei pensando quão ruim deve ser isso, eu perdi a minha avó, uma das pessoas que eu mais amei em toda minha vida. 
A eterna Índia, Nega, Vovó Dinéia, Dona Waldinéia... Te amo.
Agora o casal mais lindo do mundo está junto novamente em algum lugar muito melhor que aqui. Fiquem bem! 

27 de janeiro de 2013

Pensamentos Sobre Santa Maria

Hoje de manha, quando acordei, abri o Twitter, como sempre. comecei a ver vários tuítes sobre um mesmo assunto com a mesma hashtag: #SantaMaria. Eu não sabia de nada. Eu estava na casa de uma amiga minha, então perguntei para ela o que tinha acontecido. Daí que eu fiquei sabendo sobre o que havia ocorrido.
Minha reação na hora foi uma surpresa tremenda, já que eu tinha ido à uma boate na noite anterior. Fiquei tão assustado que não consegui falar nada. Me surpreendi ainda mais quando ela falou que haviam por volta de 245 mortos e mais de 100 feridos.
Essa postagem não é para criticar o sistema de segurança das boates do Brasil, ou qualquer outro tema que possa ser criticado que possa envolver esse evento, mas sim para pensar um pouco o que passou pela minha cabeça quando parei pra pensar no ocorrido.
A primeira coisa que pensei foi o que passou pela cabeça das pessoas no momento em que viram as chamas e que não tinha como sair de lá a tempo. Eu já fico desesperado com algumas situações simples que nem se comparam com essa. Realmente, eu me senti muito mal de pensar nisso.
A segunda coisa que pensei é como o ser humano é. Como nós agimos em situações de desespero. Quando  estamos em uma situação de risco, ninguém ao nosso lado é amigo nem conhecido, a única coisa que queremos é nos salvar. Varias pessoas foram pisoteadas e, com certeza, muitas pessoas ficaram para trás por esse mesmo motivo. É terrível pensar que eu também estou predestinado a ter essa atitude em uma situação de risco.
O terceiro, e mais complexo pensamento, é o que nós significamos nesse mundo? Com que finalidade estamos aqui? 232 ou mais pessoas morreram, a maioria deles entre 18 e 20 anos! É uma tristeza pensar nisso, mas aconteceu! Morreram do nada! Saíram para se divertir e terminaram uma noite que tinha tudo para ser muito divertida mortos. Somos alvos fáceis da morte. E o pior de pensar nisso, é pensar que pode acontecer com qualquer um! Se podemos morrer a qualquer momento, o que realmente significa viver? Eu realmente não faço ideia.
A qualquer momento podemos morrer. Mas será que quando morrermos estaremos plenamente satisfeitos com a vida vivida ou lamentaremos não ter sonhado em fazer da morte uma justa despedida?

8 de janeiro de 2013

Where Are We Now?

Ontem fiquei o dia inteiro pensando em uma publicação dedicada ao meu maior ídolo: David Bowie. Ontem, dia 8 de Janeiro, ele completou 66 anos. Por isso queria fazer essa pequena homenagem para esse grande homem.
O que eu não esperava era que receberia uma notícia que me deixaria totalmente extasiado ao acordar. Essa notícia mexeu tanto comigo que eu não parava de rir de manha. Minha mãe olhava para mim e perguntava: "O que foi? Ainda por causa do David Bowie?". E eu não respondia nada. Ficava aproveitando o momento.
A grande notícia é que ele está de volta. Sim! Ele está de volta. Um novo CD, um novo single, um novo tudo!
Eu comecei a gostar dele de uma maneira muito aleatória: estava ouvindo as músicas de uma pasta que baixei no computador contendo as 500 maiores baladas do rock. La para o número cinquenta e poucos estava "Changes". Se não fosse pra ser, teria passado para a próxima música, mas não, ouvi umas cem vezes seguidas e ainda mostrei pra alguns amigos para eles verem como a música era boa. Depois disso baixei toda a discografia dele. E como resultado, hoje tenho "BOWIE" tatuado no meu pulso.
Também fiquei pensando muito no título da postagem. Achei muito justo colocar o nome do novo single dele. Talvez seja uma estranha forma de agradecer à alguma coisa pelo que aconteceu. Esperava por isso há muito tempo.
Com um novo CD, vem aquela esperança de uma nova turnê. E eu espero muito que isso aconteça. Seria um dos momentos mais marcantes da minha vida.
Algumas pessoas acham esse fanatismo estranho, mas quando você encontra aquilo que tanto procurava, aquilo que te completa em alguma coisa, aquilo que te inspira de uma forma absurda, não tem como não amar.
David Bowie é meu maior ídolo. David Bowie me inspira cada vez mais. A coisa nova que descubro sobre ele.
Eu realmente espero que ele volte, pelo menos uma única vez, aos palcos. Pelo menos uma nova turnê.
David Bowie ontem, David Bowie hoje, David Bowie Sempre.