21 de setembro de 2013

Teoria Racional Das Coisas

O que fazer quando a sua vida está no meio de um nó, sem previsão de melhorar? O que fazer quando tudo que você faz na sua vida começa a não fazer sentido algum? E o que fazer quando você não sabe o que fazer para mudar tudo isso? Abaixo eu vou tentar responder responder essas perguntas. Não uma resposta geral, pois elas serão analisadas apenas por um ponto de vista, o meu, mas tentarei mostrar alguns lados do pensamento.
Por mais que eu sempre fale para seguirmos a nossa felicidade, eu sou bastante racional. Eu sou capaz de manter uma coisa que me faça mal por algum tempo, justamente por achar que aquilo é o caminho certo. E eu só acho que aquele é o caminho certo porque todos ao meu redor falam que ele é. Eu continuo na mesma até não aguentar mais. Ai eu exlplodo e paro.
Por exemplo, esta semana eu me vi em uma situação que me deu um desespero do caramba. Eu estou completamente desestimulado em dar aula no colégio que trabalho, mas não via outra opção pra minha vida, já que não queria continuar estudando para fazer um mestrado, doutorado e conseguir algo melhor. Conversei com meu pai, com minha orientadora na faculdade, com minha cachorra e até com meu video game e não chegava a lugar nenhum. No dia seguinte eu parei para pensar sobre esse assunto e finalmente pude ver uma saída, muito racional, por sinal. Porém, essa "saída" não vai ser muito vantajosa para mim agora, vou ter que me esforçar bastante por mais um ano na faculdade, mas, no futuro, vai fazer uma grande diferença. Decidi fazer um mestrado em matemática, assim, não precisarei dar aula em escola e passar por todos os problemas que todos sabem que os professores passam.
Essa foi uma saída racional, pensando bastante no futuro. Contudo, eu poderia muito bem terminar a faculdade, dar aula aprnas em escola, e tentar outra faculdade que eu queira. Porém essa é mais arriscada.
Uma coisa que a minha orientadora sempre fala é qual o nosso projeto de vida para daqui a três anos? O que a gente quer ser, o que quer estar fazendo, que projetos estarão concluídos, que projetos a concluir? Precisamos ter um foco, mas agora o caminho para chegar neste foco, é escolha sua.
Se você seguir pelo caminho mais fácil agora, no futuro, ou bem próximo ou bem longe, ou daqui a três anos, você vai se perguntar se realmente foi a escolha certa a tomar. Será que você vai ter a mesma capacidade, o mesmo apoio, a mesma motivação? Bem difícil de acontecer.
Se você não "sofrer" agora, vai "sofrer" depois.
Foi nisso que pensei ao decidir fazer um mestrado. Passarei um perrengue para estudar para as matérias no primeiro ano, mas depois, ficarei tranquilo. Ao terminar, estarei com 24 anos, espero, na flor da idade, bonito e gostoso para seguir na carreira musical ou qualquer outra que queira. A única diferença, é que estarei com um emprego suporte com um salário significativamente maior.
Eu disse que iria mostrar os lados do pensamento de escolha para responder as três perguntas, porém eu só falei da racional. Não que essa seja a melhor forma de se pensar, mas é aquela que as pessoas com mais experiência vão querer que a gente escolha. Principalmente aquelas que nos querem bem.

20 de setembro de 2013

Rock in Rio

Eu tinha escrito uma postagem inteira sobre este assunto no sábado, logo após o show do Bruce Springsteen. Depois ter assistido aquele show apoteótico pela televisão. Aquele que seria o melhor show da minha vida, aquele show que entraria para o meu currículo.
Eu tinha escrito a postagem, mas como eu estava no sítio e a internet 3G lá é uma porcaria, eu a perdi. Seria uma das postagens mais emocionantes do blog. Imagina só! Eu estava com a emoção a flor da pele, pois tinha perdido um dos shows que entrou pra história do Rock in Rio.
Até esse ano, só teve um show que eu me arrependi de não ter ido: Rush. Eu não tive companhia para ir comigo, por isso não fui. Tirando esse, todos os shows que eu quis ir, eu fui! Agora, ao lado de Rush, tem Muse e Bruce Springsteen.
Eu não sou um fã incondicional nem de Muse nem de Bruce Springsteen, tanto é que nem acompanhei os últimos albúns do Muse e só conheço os principais albúns de Bruce, mas após esses dois shows emocionantes (pelo menos para mim), eu vou transformar Bruce e Muse no nível David Bowie, Scorpions e Kelly Clarkson na minha vida.
Agora a única coisa que resta é esperar o Rock in Rio 2015. Esperar que venha de novo esges artistas que eu tanto me arrependi tanto de não ter ido. Esperar que venham estes e outros, como Miley Cyrus.
Eu não sei se é uma vergonha falar que gosto de Miley, mas, desde que assisti o filme com ela, A Última Música, comecei a gostar dela. Espero que ela venha.
Eu acompanhei o começo de Muse, comprei os cds, só parei nos últimos dois. Agora vou procurar todos os que ainda não vi.
Dentre todos os shows que tiveram esse ano, acho que o melhor de todos foi o do Bruce Springsteen. Eu não gosto tanto de Bon Jovi como os outros brasileiros, que o veneram como se fosse a melhor banda de rock do universo, mas eu gosto de algumas músicas sim! Algumas eu gosto muito, mas nada demais. Talvez por isso eu não tenha achado o show dele aquilo tudo que falaram.
Outro show que eu também gostei muito, foi o da Beyonce. Dentre todas as artistas pop que já subiram naquelenpalco, Rihana, Katy Perry, ninguém se compara com ela. Tirando também que todas as músicas são sucesso. Não tem como fazer um show ruim onde todas as músicas são singles.
Embora tenha achado que o show do Bruce foi o melhor, o melhor dia foi o 14 de Setembro, com Muse, Florence e 30 seconds. Nesse dia, o placo sunset arrebentou desde o começo, e foi só porrada até o encerramento com Knights of Cydonia, com Muse no palco mundo. Que arrependimento de não ter ido esse dia... Lembrando a todos que acompanhei tudo pela televisão. Assistir um show ao vivo é completamente diferente, principalmente com toda energia do Rock in Rio. E outro fator que conta é assistit um show do seu artista preferido num lugar como o Rock in Rio. Logo, se torna o melhor show da sua vida.
Em 2015, vou em todos os dias!

17 de setembro de 2013

Postagem Estereotipada

Cada pessoa tem o seu jeito de ser. Cada pessoa leva a sua vida do jeito que bem entender, e, esse modo que ela conduz sua vida, não precisa ser aquele que julgamos o certo ou o mais adequado. Como vivo falando aqui, não importa como você vive, o importante é ser feliz. Porém, isso traz imagens ruins para a gente.
Um dia, enquanto estava no colégio que eu trabalho, estava lendo algumas provas de português e, em uma delas, tinha um texto falando sobre esteriótipo. Falava sobre a imagem que é passada do Brasil para o exterior, se o Brasil que veem lá fora é o mesmo país em que vivemos, com relação aos problemas políticos, crimes, assaltos e a felicidade que o povo daqui tem.
Claro que nosso país é estereotipado (todos são!) e nós sabemos muito bem o porquê. Na prova, pedia para o aluno discorrer em três frases, argumentos concordando ou não com o estereótipo que o Brasil tem lá fora.
Bom, como todos sabem, eu não estou fora do Brasil para saber qual é a imagem que passamos para o povo de outras nações. Contudo, acho que temos em mente com certa clareza qual é. 
A primeira imagem que eu acho que o povo brasileiro tem é de ser feliz. Eu já vi uma reportagem falando que o povo brasileiro é o povo mais feliz do mundo! Olha que beleza, todos aqui no Brasil vivem felizes. Logo, qualquer pessoa que vier para cá, vai procurar essa felicidade toda. Será que eles vão ver essa felicidade? Se forem à praia, verão pessoas felizes, tomando água de coco ou Whisky, porque para eles tanto faz, batendo a sua bolinha. Porém, se repararem o caminho que fizeram para chegar a praia, repararão que só encontraram a felicidade quando chegaram na praia. Aqui no Rio de Janeiro, qualquer caminho que você pegue para ir para uma praia, você passa por uma comunidade carente. Lá pode ter até muita gente feliz, mais do que em qualquer outro lugar, mas um turista de país de primeiro mundo, vai olhar para aquele lugar e vai pensar que ali é um lindo lugar para se viver? Claro que não.
As pessoas que pegam três ônibus para irem para o trabalho, demorando cerca de três horas de viagem de ida, e mais três, ou mais, de volta. Essas pessoas fazem parte da felicidade que estavam falando?
Acho que a palavra certa não é nem "felicidade". A certa seria "acomodado". O povo brasileiro é muito acomodado com a sua realidade. Se não está bom, beleza, pelo menos não está pior. Se eu não tenho o que comer, beleza, pelo menos eu poderia estar com fome e torcendo para um time que está na zona de rebaixamento do campeonato brasileiro. Eu posso não ter um emprego, mas pelo menos eu não sou um desempregado com fome que torce para um time que está na zona de rebaixamento do campeonato brasileiro. Se estamos passando por momentos ruins, que bom que não estamos passando por momentos piores.
Acho que esse seja o maior estereótipo do povo brasileiro. Somos estereotipados assim até mesmo pelos próprios brasileiros, como vocês acabam de ver acima, eu dizendo o que acho do povo da minha própria nação. 
Essa não é a única imagem que o brasileiro passa, temos muitas outras, mas cabe a nós decidirmos se esses estereótipos vão ditar a nossa vida, ou se vamos seguir o nosso próprio instinto. 
Na aula de hoje, o professor disse que ele não tinha uma ementa para seguir na disciplina, ele só tinha o primeiro tópico que ele iria abordar. A continuidade da matéria ele iria decidir conforme o desenvolver do curso. Depois disso, ele concluiu dizendo que devemos traçar o nosso caminho enquanto estamos caminhando. Esta é a melhor maneira de seguirmos pelo melhor caminho. 
Melhor para a gente, é claro.

3 de setembro de 2013

Leitura e Imaginação

Eu adoro ler. Lendo, eu consigo viajar para novos lugares, consigo conhecer gente nova, conhecer novas personalidades, presenciar inúmeros acontecimentos e muitas outras coisas.
Claro que eu abusei das metáforas ai em cima, mas, realmente, é isso que acontece.
Eu amo filmes, se pudesse, assistiria a todos os filmes que existem, porém, no filme, você conhece o rosto dos personagens, você consegue ver um ator dando vida para ele, e, apartir daquele momento, você só conseguirá imaginar aquele personagem com o rosto, o corpo, as características daquele ator.
Algumas pessoas acham isso muito bom. Hoje mesmo um amigo meu comentou que prefere assistir os filmes baseados nos livros e depois ler o livro, porque assim eles conseguem imaginar melhor os personagens e os lugares. Já eu, acho que não. Você ler um livro sem ter a mínima ideia de como são os personagens é muito melhor.
Normalmente, os autores não descrevem perfeitamente os personagens. Acho que eles fazem isso justamente para os leitores não terem uma imagem na cabeça, cada um imagina o personagem de acordo com o que entende da descrição do autor. Cada um tem uma imagem.
Sem ter uma imagem na cabeça, sua imaginação vai muito mais longe.
Tem certos livros que nos fazem imaginar mundos diferentes, coisas sobrenaturais, criaturas, etc. Um grande exemplo é Nárnia. Você ler Nárnia (qualquer livro) automaticamente te transporta para um mundo fantástico, com criaturas exóticas, lugares, coisas que fazem você exercitar muito a sua imaginação.
Eu também citaria Harry Potter ou Senhor dos Anéis, mas iria contra o que eu falei aqui em cima. Quem consegue imaginar o Harry sem ser o Daniel Radclif? Quem consegue imaginar o Gandalf sem ser o Ian Mckellen? Realmente, é impossível.
E para falar a verdade, eu só citei Nárnia porque é o livro que eu mais gosto! Nárnia também tem versões para o cinema, mas não todos. Eu não consigo mais imaginar os irmãos Pevensie sem ser aqueles do filme. Na adaptação do "Peregrino da Alvorada", eu tomei um susto quando vi o Eustáquio. Acho que todos tomaram. Eu tinha uma imagem totalmente diferente dele na minha cabeça. No quinto livro, "A Cadeira de Prata", tem o Brejeiro. Imaginar o Brejeiro é um exercício para a mente.
Para vocês terem noção, eu li os sete livros em quatro dias. Tá que não é um grande feito, pois, juntando todos, deve dar por volta de oitocentas páginas. Porém foi o livro que li mais rapidamente.
Outra sequência de livros que eu também estou gostando muito, é A Torre Negra, do Stephen King. É muito bom! A história é fantástica e estimula muito a sua imaginação.
Mas, afinal, qual livro não estimula a sua imaginação?